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Variantes e mutações do novo coronavírus. Convém ter medo delas.

Variantes e mutações do novo coronavírus. Convém ter medo delas.

O monitoramento de variantes é importante devido a possibilidade de que elas tornem as vacinas e os tratamentos menos eficazes ou alterem a forma como infectam as pessoas. Porém, o que é a variante de um vírus e por que interessa saber disso? Quantas variantes atualmente preocupam e até que ponto elas começam a dominar a expressão da pandemia pelo mundo afora? Este post, baseado numa página especializada do The New York Times, resume o que se sabe a respeito. É muito possível que, infelizmente, o tema passe a ser recorrente daqui em diante.

O The New York Times, um jornal que não dorme no ponto e tem mais bagagem científica que muita faculdade de medicina de meia tigela, publica uma seção especial sobre o coronavírus, e nela, uma página merece destaque: O Rastreador de Novas Variantes. Os responsáveis são Jonathan Corum, um ilustrador gráfico, e Carl Zimmer, colunista especializado em ciência. 

De variantes a cepas – o trajeto

À medida que um vírus infecta as pessoas, ele pode sofrer mutações ao fazer cópias de si mesmo. Algumas mutações podem ser prejudiciais para um vírus, fazendo com que ele morra. Outros podem oferecer uma vantagem e ajudá-la a se espalhar.

Nesse post reuni duas das publicações mais recentes da página, no intuito de traçar uma panorâmica do tema Variantes e Mutações. Temo que nos próximos meses será necessário entender mais e mais dessas coisas.

De Mutações a Variantes

À medida que uma célula infectada cria novos coronavírus, ela ocasionalmente comete pequenos erros de cópia chamados mutações. 

Pegue seu celular e escreva seu nome errado. De propósito, suponho. Bem, eis uma mutação.

Os cientistas podem rastrear mutações à medida que são transmitidas através de uma linhagem, que é um ramo da árvore genealógica viral. Um grupo de coronavírus que compartilham o mesmo conjunto herdado de mutações distintas é chamado de variante. 

Volte ao celular e erre seu nome várias vezes, durante vários dias. O resultado é uma mutação.

Se mutações suficientes se acumulam em uma linhagem, os vírus podem desenvolver diferenças nítidas em como funcionam. Essas linhagens passaram a ser conhecidas como cepas.

Suponhamos que você continua errando, mas mesmo na desordem e após se juntar um monte de erros, surge um padrão característico. Grosso modo, essa é a cepa.

A Covid-19 é causada por uma cepa de coronavírus conhecida como SARS-CoV-2.

Cada cepa, então abrange uma série de variantes. Essas variantes diferem pelo conjunto de mutações que contêm – em outras palavras, as mudanças em seu genoma.

“Algumas dessas mutações são “silenciosas” – em outras palavras, não afetam a forma como o vírus funciona, mas outras podem ser importantes, por exemplo, alterar partes do vírus que afetam a facilidade com que ele se espalha entre as pessoas. Variantes diferentes têm uma coleção diferente de mutações, mas podem ter algumas mudanças em comum entre si.”

Prof Lawrence Young, virologista e professor de oncologia molecular da Universidade de Warwick.

Ao longo da pandemia, surgiram várias variantes do SARS-CoV-2. Existem muitas circulando ao redor do mundo, mas os especialistas em saúde estão principalmente preocupados com as que podem prolongar a pandemia por causar reinfeções ou tornar as vacinas menos eficazes.

Existem muitas circulando ao redor do mundo, mas os especialistas em saúde estão principalmente preocupados com o surgimento de três. Quais são elas?

As Quatro Variantes da Hora

País Notícia
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Reino Unido A variante B.1.1.7., a britânica, é 50% mais infecciosa do que outras versões do coronavírus, e 35% mais letal. No entanto, as vacinas parecem funcionar bem contra ela. Foi detectada em mais de 70 países, incluindo os Estados Unidos, onde dobra aproximadamente a cada 10 dias.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas África do Sul A variante B.1.351. foi identificada na África do Sul e as vacinas conhecidas têm se mostrado menos eficazes contra ela, do que contra o vírus original. A vacina da Oxford-AstraZeneca, por exemplo, não protege contra doenças leves ou moderadas causadas pela B.1.351, que aliás já chegou em 34 países, incluindo os Estados Unidos.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Brasil A variante P.1. é a surgida em Manaus. Parente próximo de B.1.351, pode ser capaz de superar a imunidade desenvolvida após a infecção por outras variantes. Já está nos Estados Unidos.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Estados Unidos A variante CAL.20C foi descoberta na Califórnia, onde já domina as amostras coletadas dos pacientes infectados com a Covid-19 em Los Angeles. Ainda não está claro se é mais infecciosa que as outras variantes.

À medida que mais mutações se acumulam, a eficácia das vacinas é afetada. O surgimento de diferentes variantes pode aumentar a chance de alguém pegar a Covid uma segunda vez.

No entanto, há um outro lado: mutações conhecidas tornam mais fácil prever como uma nova variante pode se comportar, enquanto também significa que as vacinas podem ser ajustadas para levar em consideração novas mutações comuns e aumentar a proteção contra várias novas variantes de uma vez.

Duas notícias muito recentes indicam até que ponto certas variantes começam a se mostrar resistentes às vacinas anti-Covid-19 vigentes:

  • A África do Sul compartilhará suas doses não utilizadas da vacina com a União Africana, disse o ministro da saúde do país na terça-feira. A África do Sul, que comprou 1,5 milhão de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, decidiu suspender os planos de distribuí-la este mês, depois que um pequeno ensaio não conseguiu demonstrar que poderia prevenir casos leves ou moderados de Covid-19 causados ​​pela preocupante variante que ultrapassou o país.

  • Um estudo de laboratório sugere que a variante sul-africana do coronavírus pode reduzir a proteção de anticorpos da vacina Pfizer/BioNTech em dois terços, e não está claro se a injeção será eficaz contra a mutação. O estudo descobriu que a vacina ainda é capaz de neutralizar o vírus e ainda não há evidências de testes em pessoas de que a variante reduz a proteção da vacina, disseram as empresas.

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