Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Terapias para o Alívio da Dor & Outros

Otimizando a consulta médica do paciente com dor
As duas principais razões que explicam longos períodos de espera no consultório de um médico privado, aqui e noutros países desenvolvidos, são as de que o tempo do médico fica refém de compromissos em geral inadiáveis, ou imprevisíveis, além do que os planos de saúde não remuneram o médico pelo tempo gasto com o paciente. Eis a realidade e não convém lutar contra ela. Porém, cabe pensar em reduzir suas consequências. Veja aqui um recurso inédito, o PRÉ-CONSULTA, com o qual é possível, mesmo havendo atrasos, otimizar o tempo de consulta.
Consultório médico: um lugar onde quem espera, desespera
Nenhum médico gosta de correr atrás, e a maioria tenta respeitar os horários em atenção à vida ocupada dos pacientes. Mas mesmo com as melhores intenções, atrasos acontecem devido a circunstâncias imprevisíveis. Entender as razões comuns pelas quais seu médico fica atrasado, pode ajudar a lidar com o estresse da espera. Porém, também pode não ser suficiente. Veja aqui o que pacientes e médicos pensam sobre o tema dos atrasos nas consultas.
Jogo Alívio 2.0 na parada
O Jogo Alívio 2.0 foi apresentado no 14º.CBDor, no mês passado. Uma versão mais simplificada, entretida e veloz que a original. Não que esta fosse problemática – em 8 meses mais de 30.000 pessoas já jogaram e a conta continua subindo. É que eu sempre vi o Jogo Alívio como um software educacional que, como todo software, precisa, de tempos em tempos, ser renovado, aperfeiçoado...
A dor é uma orfã da medicina. E a educação em dor é o que, então? – Parte 2
A ideia me veio à cabeça lembrando do que vi, há décadas, num pequeno museu, numa pequena cidade próxima de Amsterdam. As obras de arte eram acompanhadas de um texto sobre o tema, o seu significado, dados sobre o artista e sua vida etc. Ou seja, imagem e texto, juntos explicando algo. E explicando melhor do que cada um em separado. Recentemente, matutando sobre maneiras de facilitar o trabalho educacional relativo à dor aos profissionais da saúde, de repente revivi aquele episódio.
A dor é uma orfã da medicina. E a educação em dor é o que, então? – Parte 1
O mantra da International Association for the Stuy of Pain (IASP) no ano passado foi o da Educação em Dor. Nos congressos profissionais focados em dor só se fala nisso, também. Todo mundo concorda: é preciso educar os pacientes em dor. Porém, em geral não é o que os profissionais da saúde fazem. Ponto. “Aquilo” não é ensinado na faculdade, não integra a descrição de cargo, não é pago pelos planos de saúde e, na opinião de alguns maledicentes, tampouco está no DNA do típico expoente da espécie. Você discorda disso? Então leia este post. Só para contrariar.
Os posters do 14º. CBDOR
No 14º.CBDOR realizado recentemente em São Paulo foram apresentados, na forma de posters, sínteses de estudos de campo, de casos e coisas do gênero, na área da dor. Aportes diversos – acadêmicos, profissionais etc. – vindos de todos – literalmente todos – os cantos do Brasil. Os temas, muito variados, iam do Pronto Socorro da Dor à Dor Lombar Pós-Parto, passando por eletroacupuntura, pensamentos catastróficos, dor oncológica etc. – abrangendo populações de idosos, mulheres, moradores de rua...
A dor crônica é estranha. Como assim, “estranha”?
A história do conhecimento da dor, desde Aristóteles e Galeno aos tempos atuais está repleta de anedotas e achados, alguns aparentemente extravagantes, capazes de virar a cabeça de relés pacientes como eu. E o bombardeio, pelo visto, está longe de amainar. Quanto mais a neurociência da dor progride, maior o questionamento do que antes se pensava fosse o certo sobre ela, sua origem e processamento. Este post inaugura uma série sobre o que eu prefiro denominar de: “Curiosidades da Dor”.
O anestesista e a dor pós-operatória crônica - Parte 2
“Apesar de o anestesista ser o profissional mais bem habilitado para o tratamento da dor aguda pós-operatória, na nossa realidade ele ainda não está inserido nesse contexto. Ele demonstra pouco interesse e desconhecimento de questões simples relacionadas ao tratamento da dor.” Você acha isso forte demais? Um desrespeito à classe dos anestesistas? Uma crítica típica de haters? Então, tire a dúvida lendo esse post.
O anestesista e a dor pós-operatória crônica - Parte 1
Você já foi operado? Da boca, da barriga, de um joelho, do que for... então você recebeu anestesia. Das mãos de um profissional da saúde sobre o qual pouco se fala: o anestesista. Duas enquetes sobre ele, realizadas em dois países igualmente grandes e subdesenvolvidos, contam alguma coisa sobre o seu conhecimento da dor pós-operatória. Interesse-se. Quem diz que você não vai ser operado (de novo), no futuro?
Doutor: que tal melhorar a sua comunicação comigo?
Quase tudo o que um paciente sabe sobre sua dor crônica – possíveis causas e possíveis efeitos sobre a vida no presente e no futuro – é o médico que dá a entender. Como ele faz isso, com que afeto, clareza e foco... influencia demais a adesão ao tratamento. Se você concordar comigo, leia sobre o que proponho para o médico se ajudar em tão delicada missão.