A interface sono-fibromialgia: da intrusão alfa-delta à prática clínica baseada em evidências
Uma abordagem médica pautada por pesquisas realizadas mormente em homens – sintomas como dor no peito que irradia para o braço esquerdo – tem deixado muitas mulheres subdiagnosticadas e subtratadas. Elas geralmente apresentam falta de ar, náusea ou vômito e dor nas costas ou na mandíbula. Como resultado desse viés no diagnóstico, não são poucas as que têm falecido desnecessariamente.
Este post resume os resultados de uma enorme pesquisa a cargo de cientistas da Stanford University, apontando diferenças significativas entre “as dores da mulher” e “as dores do homem”. “O Paradoxo de EVA”, um ebook da minha autoria, cita dezenas de publicações científicas que comprovam isso, agregando, todavia, que essas diferenças não têm raízes apenas biológicas, mas também culturais. E
O Projeto DOR NA MULHER é uma iniciativa 100% filantrópica do blog Dor Crônica, que visa alinhar o Brasil com outros países onde a atenção dada à saúde da mulher está sendo questionada. Conheça!
“O ônus da dor recai significativamente sobre as mulheres em comparação aos homens, e se você aceitar isso, imediatamente surgirão outras questões sobre o porquê disso e suas implicações no tratamento e na pesquisa da dor.” Eis o título de uma palestra proferida recentemente por um renomado cientista da dor num congresso internacional. Saiba quem é ele, onde palestrou e
Nesse post apresento um artigo de autoria da Dra. Marcia L. Stefanick, da Stanford University. Ele é uma amostra do que é a segunda parte de “O Paradoxo de EVA”, um e-book que comenta o contraste entre o sofrimento da mulher e os cuidados de saúde que ela recebe, especialmente em relação a dores crônicas, nas que ela em geral
Visões estereotipadas sobre homens e mulheres por parte dos profissionais da saúde podem influenciar a maneira em que o paciente é atendido. Um viés de gênero faz com que as mulheres recebam um nível mais baixo de atendimento do que o oferecido aos homens com problemas de saúde semelhantes. Portanto, as mulheres podem ser avaliadas, diagnosticadas, encaminhadas e tratadas de
Na América do Norte, no Reino Unido, na Suécia, na Austrália… há evidências de que as mulheres não recebem do(a)s médico(a)s o mesmo tratamento dado aos homens… e de que algumas acabam padecendo ou falecendo antes da hora por esse motivo. Eu perguntei aos seguidores do blog se isso era “assunto” no Brasil. Veja aqui os resultados dessa enquete.
O impacto biológico da dor, o seu significado e a reação que suscita na pessoa são diferentes na mulher em comparação com o homem. Disso, já há evidências. O que me intriga é como esse achado é visto em países desenvolvidos, desde o Reino Unido e Canada, passando pelos EUA e indo para Austrália, em comparação com como ele é