Etiqueta: ebook sobre dor na mulher

Coração: fatores de risco exclusivos das mulheres

Coração: fatores de risco exclusivos das mulheres

Uma abordagem médica pautada por pesquisas realizadas mormente em homens – sintomas como dor no peito que irradia para o braço esquerdo – tem deixado muitas mulheres subdiagnosticadas e subtratadas. Elas geralmente apresentam falta de ar, náusea ou vômito e dor nas costas ou na mandíbula. Como resultado desse viés no diagnóstico, não são poucas as que têm falecido desnecessariamente. Sabia disso? Saiba mais nesse post.

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A dor da mulher é diferente da dor do homem

A dor da mulher é diferente da dor do homem. Isso faz diferença na hora de diagnosticar e tratar?

Este post resume os resultados de uma enorme pesquisa a cargo de cientistas da Stanford University, apontando diferenças significativas entre “as dores da mulher” e “as dores do homem”. “O Paradoxo de EVA”, um ebook da minha autoria, cita dezenas de publicações científicas que comprovam isso, agregando, todavia, que essas diferenças não têm raízes apenas biológicas, mas também culturais. E que elas não estariam sendo levadas devidamente em conta pela medicina, seja na pesquisa ou no atendimento clínico, com consequências desastrosas para as mulheres, principalmente as portadoras de dor(es) crônica(s).

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Dor na mulher. Interessa?

Dor na mulher. Interessa?

O Projeto DOR NA MULHER é uma iniciativa 100% filantrópica do blog Dor Crônica, que visa alinhar o Brasil com outros países onde a atenção dada à saúde da mulher está sendo questionada. Conheça!

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Por que as mulheres experimentam dor crônica com mais frequência que os homens?

Por que as mulheres experimentam dor crônica com mais frequência que os homens?

“O ônus da dor recai significativamente sobre as mulheres em comparação aos homens, e se você aceitar isso, imediatamente surgirão outras questões sobre o porquê disso e suas implicações no tratamento e na pesquisa da dor.” Eis o título de uma palestra proferida recentemente por um renomado cientista da dor num congresso internacional. Saiba quem é ele, onde palestrou e principalmente quais foram são suas razões.

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Médicos devem reconhecer as diferenças de gênero

Médicos devem reconhecer as diferenças de gênero

Nesse post apresento um artigo de autoria da Dra. Marcia L. Stefanick, da Stanford University. Ele é uma amostra do que é a segunda parte de “O Paradoxo de EVA”, um e-book que comenta o contraste entre o sofrimento da mulher e os cuidados de saúde que ela recebe, especialmente em relação a dores crônicas, nas que ela em geral prevalece sobre o homem. “Doctors Must Dig into Gender Difference to Improve Women’s Health Care”, ou “Os médicos devem investigar as diferenças de gênero para melhorar os cuidados de saúde da mulher”, é tão direto quanto o e-book, e talvez venha a incomodar muita gente. As verdades ocultas quase sempre dão nisso.

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Existe viés de gênero na medicina?

Existe viés de gênero na medicina?

Visões estereotipadas sobre homens e mulheres por parte dos profissionais da saúde podem influenciar a maneira em que o paciente é atendido. Um viés de gênero faz com que as mulheres recebam um nível mais baixo de atendimento do que o oferecido aos homens com problemas de saúde semelhantes. Portanto, as mulheres podem ser avaliadas, diagnosticadas, encaminhadas e tratadas de maneira diferente. E isso parece estar prejudicando a saúde das mulheres.

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Dores femininas será tudo culpa da biologia?

Dores femininas: é tudo culpa da biologia?

Na América do Norte, no Reino Unido, na Suécia, na Austrália… há evidências de que as mulheres não recebem do(a)s médico(a)s o mesmo tratamento dado aos homens… e de que algumas acabam padecendo ou falecendo antes da hora por esse motivo. Eu perguntei aos seguidores do blog se isso era “assunto” no Brasil. Veja aqui os resultados dessa enquete.

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A dor feminina e a sua opinião

A dor feminina e a sua opinião

O impacto biológico da dor, o seu significado e a reação que suscita na pessoa são diferentes na mulher em comparação com o homem. Disso, já há evidências. O que me intriga é como esse achado é visto em países desenvolvidos, desde o Reino Unido e Canada, passando pelos EUA e indo para Austrália, em comparação com como ele é visto no Brasil. Lá fora, a constatação gera uma denúncia: por que isso é ignorado pelos laboratórios ao testar novas drogas, ou comercializar as antigas? Até pouco tempo atrás, o FDA americano excluía as mulheres das amostras em que as novas drogas eram testadas. E por que as dores femininas não são tão levadas a sério quanto deveriam pelos médicos, que as atribuem a emoções, catastrofismo, depressão etc.? Numa pesquisa canadense, 80% das mulheres entrevistadas declararam ter se sentido constrangidas ou não escutadas pelos médicos que as examinaram. Se você for comentar sobre DORES FEMININAS NO BRASIL, você incluiria as questões anteriores – que pouco têm a ver com biologia – ou as deixaria de fora por serem irrelevantes para a saúde da mulher?

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Toda semana este blog publica dois artigos de cientistas e dois posts inéditos da nossa autoria sobre a dor e seu gerenciamento.
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