Etiqueta: Dor na mulher

Existe viés de gênero na medicina?

Existe viés de gênero na medicina?

Visões estereotipadas sobre homens e mulheres por parte dos profissionais da saúde podem influenciar a maneira em que o paciente é atendido. Um viés de gênero faz com que as mulheres recebam um nível mais baixo de atendimento do que o oferecido aos homens com problemas de saúde semelhantes. Portanto, as mulheres podem ser avaliadas, diagnosticadas, encaminhadas e tratadas de maneira diferente. E isso parece estar prejudicando a saúde das mulheres.

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O burnout das médicas

O burnout das médicas

O presente post está baseado na última seção de um dos 24 capítulos do ebook “O Paradoxo de EVA”, que o blog irá publicar em breve. Esse capítulo em particular, trata do (escasso) peso relativo do “feminino” na indústria da saúde, notoriamente inferior ao dos homens. Este post, especificamente, comenta a taxa de burnout feminino (superior à masculina) entre as médicas em países desenvolvidos. Ela é preocupante. No Brasil poderia ser melhor?

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Dores femininas será tudo culpa da biologia?

Dores femininas: é tudo culpa da biologia?

Na América do Norte, no Reino Unido, na Suécia, na Austrália… há evidências de que as mulheres não recebem do(a)s médico(a)s o mesmo tratamento dado aos homens… e de que algumas acabam padecendo ou falecendo antes da hora por esse motivo. Eu perguntei aos seguidores do blog se isso era “assunto” no Brasil. Veja aqui os resultados dessa enquete.

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A dor feminina e o atendimento precário

Dispensada

Um diagnóstico claro e preciso sobre o que causa dor persistente a uma mulher é raramente acessível a ela. Os motivos podem ser vários, alguns razoáveis e outros nem tanto. Mas o impacto na psique feminina é sempre o mesmo: desânimo, desamparo, raiva, culpa etc. Estranhamente, a questão é pouco ou nada debatida no Brasil. Esse post dá uma ideia de como ela vem sendo tratada noutras latitudes.

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A dor feminina e a sua opinião

A dor feminina e a sua opinião

O impacto biológico da dor, o seu significado e a reação que suscita na pessoa são diferentes na mulher em comparação com o homem. Disso, já há evidências. O que me intriga é como esse achado é visto em países desenvolvidos, desde o Reino Unido e Canada, passando pelos EUA e indo para Austrália, em comparação com como ele é visto no Brasil. Lá fora, a constatação gera uma denúncia: por que isso é ignorado pelos laboratórios ao testar novas drogas, ou comercializar as antigas? Até pouco tempo atrás, o FDA americano excluía as mulheres das amostras em que as novas drogas eram testadas. E por que as dores femininas não são tão levadas a sério quanto deveriam pelos médicos, que as atribuem a emoções, catastrofismo, depressão etc.? Numa pesquisa canadense, 80% das mulheres entrevistadas declararam ter se sentido constrangidas ou não escutadas pelos médicos que as examinaram. Se você for comentar sobre DORES FEMININAS NO BRASIL, você incluiria as questões anteriores – que pouco têm a ver com biologia – ou as deixaria de fora por serem irrelevantes para a saúde da mulher?

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Dor crônica feminina e o descaso

A dor crônica feminina e o viés do gênero

Uma coisa é a mulher sofrer pensando que sua dor é distinta devido a Deus ou a Natureza, ou a incapacidade da ciência de processar essa diferença. E outra coisa, também distinta, é suspeitar que a causa seja também o descaso.

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A dor da mulher é diferente e não tem a ver com genes

A dor da mulher é diferente – e isso pouco tem a ver com genes

“The Girl who cried Pain” (“A Garota que gritou Dor”), é um artigo-estudo famoso na história da dor feminina. “Apesar das evidências de que as mulheres são biologicamente mais sensíveis à dor do que os homens…”, aí se conclui, “… os seus relatos de dor são levados menos a sério”. E “levados menos a sério” por quem? Pelos seus maridos e cuidadores da saúde em geral. O que sustenta esse viés?

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A dor feminina é contaminada pelo preconceito

A dor feminina é contaminada pelo preconceito? De quem?

Um estudo de 2001 chamado “The Girl who cried Pain” (“A Garota que gritou Dor”) apontou que os homens são mais propensos do que as mulheres a receber medicação quando relatam dor aos seus médicos. As mulheres, por sua vez, são mais propensas a receber sedativos. Por que será? Veja aqui razões nas quais provavelmente você nunca pensou.

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Toda semana este blog publica dois artigos de cientistas e dois posts inéditos da nossa autoria sobre a dor e seu gerenciamento.
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