Etiqueta: doença crônica

Dor crônica e estilo de vida: solidários na desgraça?

Dor crônica e estilo de vida: solidários na desgraça?

A ladainha “faça exercício, alimente-se bem, cuide do sono, modere o álcool e não fume”, hoje é praxe nos últimos minutos de 11 em cada 10 consultas médicas sobre dores não malignas. Frequentemente, porém, o apelo – às vezes uma outra forma de dizer “Passe bem, adeus” – cai no vazio. Como quando a mamãe mandava você lavar os ouvidos e limpar os sapatos antes de ir para a escola. Entra por um ouvido, sai pelo outro. Um paradoxo. Mamãe apontava o caminho para se dar bem, e no entanto, a gente insistia em ignorar aquilo… e via de regra, claro, acabava se dando mal. Com as recomendações que os médicos fazem aos pacientes para estes terem uma vida saudável e assim evitar doenças crônicas e dores idem, ocorre o mesmo. E convenhamos, isso também vale para muitos dos próprios médicos que dão esses conselhos.

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Pode haver uma catarata no seu futuro

Pode haver uma catarata no seu futuro. Você consegue enxergar isso?

Você sabia que a catarata é uma doença crônica? Eu não, até 15 dias atrás, quando tive que fazer uma cirurgia para retirá-la. Pois ela é, e dessas sorrateiras, que progridem sem causar dor. Até dar o bote que, no caso, pode até ser a cegueira legal ou total. De fato, a Organização Mundial da Saúde estima que a condição seja responsável por mais da metade de todos os casos de cegueira em todo o mundo! Se você tiver mais de 50 anos, leia este post a seguir relatando tudo o que se precisa saber sobre cataratas. E se for mais jovem, leia igual porque nem as crianças estão livres dessa doença crônica.

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Você pensa estar com fibromialgia? Siga essa trilha – Parte 1.

Você pensa estar com fibromialgia? Siga essa trilha – Parte 1.

A fibromialgia é hoje uma epidemia. Com a cefaleia e a dor nas costas, ela ocupa o podium das doenças crônicas mais prevalentes no Brasil. Mas não é uma doença de fácil diagnóstico. Dor generalizada é um sintoma nada específico, e fora isso, várias outras doenças parecem demais com a fibromialgia, exigindo um diagnóstico diferencial. Isso faz dessa doença, o paria das dores crônicas, e do seu portador – em geral, uma mulher entre os 30 e 50 anos – o paria dos pacientes com dor crônica. Este post, dividido em duas partes, mostra a quem suspeita padecer de fibromialgia como investir tempo, dinheiro e esperança da maneira certa, no alívio dessa condição.

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O burnout do paciente

O burnout do médico? Não, o burnout do paciente

Em tempos de pandemia é natural associar a palavra “médico” com a palavra “esgotamento”. Nada mais apropriado. Porém isso inadvertidamente ofusca, ou até oculta, a situação do paciente que carrega uma doença ou uma dor crônica. Esse indivíduo também vive esgotado. É o burnout. Essa condição de esgotamento se agrega à doença e/ou à dor que ele ou ela já tem – pior ainda, provavelmente a agrava – e, no entanto, a medicina clínica a vê como um detalhe subjacente, sem significância por si mesma.

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Fibromialgia: como começar a sair desse labirinto?

Fibromialgia: como começar a sair desse labirinto?

A probabilidade de o típico paciente com fibromialgia desistir de controlá-la, é enorme. A doença é uma das mais difíceis de diagnosticar e tratar, por um lado, mas o paciente também colabora bastante em arquitetar o seu próprio fracasso. Como? Tentando o caminho clássico: consultando um médico sobre o que fazer, ou mais precisamente, sobre que remédio tomar. E depois voltando para casa, ou para a farmácia, com a sensação de ter feito todo o possível. Caminho errado, esse. O retorno à normalidade, por parte de quem a perdeu por causa da fibromialgia, não pode ser delegado. O tratamento precisa ser assumido pelo próprio paciente (com assistência médica, claro), e para tanto o primeiro a fazer é se informar bem sobre o que precisa ser tratado.

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A fibromialgia e o atendimento médico: um segredo de polichinelo

A fibromialgia e o atendimento médico: um segredo de polichinelo

Com o tempo, a fibromialgia passou a ser o repositório de dores de todo tipo, principalmente se reportadas por mulheres, desde que estes careçam de explicação. Em parte, isso é devido à natureza muito complexa da fibromialgia. Tanto assim, que essa doença congrega atualmente mais artigos científicos escritos do que qualquer outra do gênero crônico, e no entanto, ainda sequer um tratamento padrão para ela é consenso na medicina. A outra parte responsável pelo pouco progresso alcançado no conhecimento da fibromialgia é um Segredo de Polichinelo: os médicos a cargo do atendimento primário não gostam de fibromiálgicos, ou melhor, de gente que os consulta alegando ter dor em todo o corpo sem causa evidente. Motivos eles têm. Este post, se vale de uma publicação feita no exterior, para ventilar o assunto por aqui. É melhor para a saúde.

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