Psicologia da Dor

Psicologia da Dor

“Psicologia e dor”. Como é que isto não foi escrito antes?
Ler e comentar um bom livro que trata de um bom tema é um prazer. “Psicologia e Dor – O que você deve saber”, faz jus a seu título: ele realmente cobre (quase) tudo o que um profissional da saúde deveria saber para prestar os primeiros auxílios psicológicos ao seu paciente com dor, no Século XXI. (Se ele(a) se dispõe a fazê-lo, bem, eis uma outra questão.) Atualizado, completo e muito claro, é um texto que complementa a educação em dor dos... educadores.
O pentágono e o seu estresse
O primeiro passo para tratar do estresse consiste em... conversar a respeito. E ninguém com mais autoridade para fazer isso que o médico. Tempo, um copo d’água e disposição para ouvir, podem resolver. O Pentágono é um passatempo digital que oferece ao estressado uma oportunidade de refletir sobre sua condição. Recomendá-lo aos pacientes pode ajudar muito na relação médico/paciente.
A dor do luto: ela também pode ser aguda ou crônica
A dor do luto se iguala a de pacientes que experimentam a dor psíquica que acompanha a depressão aguda, dizem os estudiosos. E a dor física de quem sofre de dor visceral, por exemplo, será que também se iguala? Ela pode ficar crônica? E se tal for o caso, como a biomedicina trata essa dor? Veja aqui algumas considerações infelizmente oportunas considerando tragédias recentes.
O estigma da depressão – Parte 1
A depressão faz você ficar ansioso e cansado ao mesmo tempo. É o medo de afundar, mas também não há vontade de nadar. Querer fazer amigos, mas não socializar. Ou ficar sozinho, mas não abandonado. Com pena de si mesmo por sentir dor, mas sem vontade de se curar. E por fim, sentir tudo de uma vez e depois... nada.