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Os 50 tons de vacina. Aqui e agora.

Os 50 tons de vacina. Aqui e agora.

Você já decidiu que vai se vacinar? Optando pela primeira vacina que pintar na sua frente, como muitos nas redes andam falando? Semana passada eu estava preparando algumas orientações nesse sentido e do céu me caiu um convite para assistir uma live – Mais uma!, confesso que pensei na hora – de um geneticista curitibano, o Dr. Salmo Raskin. Em boa hora. O bom doutor é definitivamente um ponto fora da curva: sabe (muito) do que fala, fala (muito) bem e seu curriculum é (muito) impecável. Até eu entendi o que ele discorreu sobre vacinas durante 90 minutos muito agradáveis! Isso já dá uma ideia da sua capacidade.

De forma tal que eu tornei a tarefa de preparar uma matéria sobre vacinas-aqui-e-agora, muito mais sábio do que antes daquela live. E o que você vai ler a seguir é um condensado do que eu depreendi dela, acompanhado de outras informações vindas de outras fontes sérias.

São X notas sobre o atual momento pelo qual você, eu e mais vários milhões de concidadãos estamos passando… após 9 meses de vida estranha e no meio de um tiroteio insano de gente que deveria nos proteger, mas que faz todo o contrário. Ou seja, doidos por nos vacinar de qualquer jeito o antes possível.

Isso é perigoso. Nem todos os caminhos levam a Roma, especialmente quando você não tem mapa. As informações que eu preparei visam facilitar a sua tomada de decisão, e acima de tudo nivelar as suas expectativas sobre o que uma vacina – “A primeira que pintar” – oferece. Um banho de realidade nunca é demais.

Obs. Para facilitar a compreensão, as 51 notas foram classificadas em 6 grupos. Ao me referir a “vacina” ou “vacinas”, leia-se: “as 4 vacinas que o Brasil atualmente tem em vista”. Todas elas, prestes a encerrar a Fase 3 (em 12/12/20).

I. EFEITOS – O QUE ESPERAR DA VACINA?

1. Uma vacina anti-Covid-19 com certeza impede a contaminação pelo vírus?

Não. A vacina pode impedir que a contaminação pelo vírus deixe a pessoa doente com a Covid-19, isso sim. Deve-se continuar a respeitar as medidas preventivas (ex.: lavar as mãos etc.) para evitar a propagação.

2. Uma alteração genética pode ser um efeito colateral de uma vacina anti-Covid-19?

Não. Todas as vacinas têm efeitos colaterais, em geral leves, e nenhuma provoca alteração genética no hospedeiro.

3. Uma vez aplicada a primeira dose da vacina, eu vou ficar protegido do vírus?

Não de imediato. Até agora todas as vacinas menos uma, virão em duas doses separadas por 3 ou 4 semanas. Sabe-se que a vacina da Pfizer começa a funcionar depois de 10 dias de aplicada a segunda dose.

4. A vacina evita o contágio com o novo coronavírus?

Não, a vacina evita a Covid-19, que é a doença que o vírus provoca. A vacina não impede que o vírus entre no corpo, principalmente pelo nariz.

5. Depois de receber a segunda dose da vacina, passados 10 dias (no caso da vacina da Pfizer) eu estarei imune para sempre?

Não. A imunidade fornecida pelas vacinas de primeira geração deverá ficar em 3 a 12 meses. A Moderna, a única a se pronunciar sobre isso até o momento, aponta 90 dias após a primeira dose. Em 13/12, o CEO da BioNTech, associada à Pfizer, disse que a reimunização poderá ocorrer em dois anos.

6. Qual é o grau de proteção imunológica oferecido pela primeira dose de uma vacina que requer duas?

Não se sabe ao certo. De todo modo, é inferior ao necessário.

7. Após tomar a vacina, o meu risco de infecção será menor que se eu tiver me infectado naturalmente com o novo coronavírus?

Não. A previsão dos estudiosos é que a imunização natural é menos efetiva que a fornecida por uma vacina. 

II. ESCOLHA – QUAL DAS VACINAS É A MELHOR E POR QUÊ

8. Uma vacina revelada 95% eficaz na Fase 3 é melhor que outra 90% eficaz?

Não necessariamente. A diferença é mínima, e não reflete proteção ao vírus. A eficácia não foi medida em termos de proteção à infecção, mas comparando os que no teste tomaram a vacina e apresentaram sintomas versus os que também apresentaram sintomas sem tê-la tomado.

9. Qual é o nível de eficácia considerado minimamente aceitável numa vacina?

O Federal Drug and Administration (FDA), o equivalente americano da ANVISA, aceita acima de 50%.

10. A diferença de eficácia entre uma vacina e outra indica que elas produzem diferentes quantidades de anticorpos?

Não necessariamente. Na Fase 3, a eficácia não é medida em termos de proteção à infecção, mas de quantos que tomaram a vacina apresentaram sintomas versus os que também apresentaram sintomas sem tê-la tomado.

11. Mostrar que a vacina é segura não quer dizer nada?

Quer dizer muita coisa, porém ainda insuficiente para registrar uma vacina. O mais importante é a sua eficácia. Ou melhor, a sua efetividade: a eficácia na vida real, e não num teste controlado como é na Fase 3. Precisa ver se ela protegeu contra a doença, se ela deixou a doença mais branda, e para observar isso precisa de tempo.

12. Por que eu deveria preferir a vacina a me infectar naturalmente, se ambas outorgam imunidade?

Por causa do risco desigual quanto a perder Qualidade de Vida. No caminho da imunização natural há o risco de se ficar severamente doente ou até ir à óbito. A opção pela vacina acena com alguns efeitos colaterais leves.

13. A vacina Coronavac é segura e eficaz?

Isso somente será sabido se e quando a Sinovac, a sua desenvolvedora, abrir os dados da Fase 3. Até hoje (12/12/20) isso não ocorreu. De todo modo, a Coronavac é uma vacina de vírus inativado e esse tipo de vacina costuma ser segura.

14. A vacina Coronavac tem efeitos colaterais?

Toda vacina tem. Entre os 9 mil voluntários que já participam dos testes da CoronaVac no Brasil, 35% deles tiveram efeitos adversos. Os mais comuns foram dor, edema e inchaço no local da aplicação, dor de cabeça e fadiga. Não foram detectados efeitos colaterais graves.

III. EU DEVO/POSSO ME VACINAR?

15. Jovens precisam se vacinar?

Certamente. Eles não são imunes, podem ficar gravemente doentes e até morrer. E podem infectar outros.

16. Posso tomar a vacina se eu estiver infectado com a Covid-19?

Sim. A infecção leva o organismo a naturalmente produzir anticorpos que combatem o vírus. Adicionar a vacina a esse esforço imunológico dificilmente irá prejudicar.

17. Quem fica de fora nessa primeira etapa da campanha de vacinação?

Julgando pela bula da vacina da Pfizer, são empecilhos: febre aguda, terapia anticoagulante, gravidez, portadores de alergia grave após ter tomado alguma vacina, idade (menos de 16 anos).

18. Os alérgicos ficarão de fora da vacinação nessa primeira etapa da vacinação?

Nem todos. Convém a pessoa consultar um médico e saber se o grau de alergia permite se vacinar tomando as precauções que ele indicar.

19. Quem fez cirurgia bariátrica e pode ter a imunidade algo reduzida, fica de fora nessa primeira etapa da vacinação?

Não se sabe. Talvez não haja problema. Convém a pessoa consultar um médico e saber se o seu estado permite se vacinar tomando as precauções que ele indicar.

20. Grávidas de menos de 2 meses podem se vacinar?

Em princípio, grávida nenhuma, até 2 meses de ter tido filho, nem enquanto estiver amamentando. Grávidas foram excluídas na Fase 3 e não há dados para afirmar que podem se vacinar. Contudo, o FDA americano está deixando em aberto a possibilidade de que mulheres grávidas e amamentando possam optar pela imunização contra o coronavírus.

21. A efetividade da vacina pode variar dependendo da etnia?

É possível, uma vez que o novo coronavírus afetou diferenciadamente alguns grupos étnicos (ex. negros, pardos e latinos), fora e dentro do Brasil.

22. Mesmo eu estando assintomático, devo tomar a vacina?

A imunidade obtida será maior que a que você já deve ter alcançado naturalmente. A produção de anticorpos na Fase 2 dos testes da maioria das vacinas tem sido 3 ou 4 vezes maior que no caso da imunidade natural.

23. Portadores de doenças autoimunes, (ex.: atrite reumatoide, lúpus), problemas genéticos e doenças raras, podem se vacinar?

Em princípio, não há problema em relação a segurança. Em tese, a efetividade da vacina pode ser menor que o normal.

24. Pode-se tomar a primeira dose da Pfizer, por exemplo, e a segunda de outra vacina?

Não se sabe, porque ainda não foi tentado. Em princípio, não haveria incompatibilidade. Contudo, por que fazer isso?

25. Crianças com menos de 16 anos vão receber a vacina nessa primeira etapa da vacinação?

Não, até isso ser recomendado por testes clínicos que recém começam a ser feitos (ex.: Pfizer, Moderna). De qualquer maneira, crianças não integram o grupo de risco maior. 

IV. ALERTAS – O QUE A MÍDIA NÃO ESTÁ DEIXANDO CLARO 

26. A aplicação de uma vacina anti-Covid-19 terá efeitos colaterais?

Com certeza, embora eles não serão sentidos por todos na mesma medida. Uma das vacinas líderes, ainda na Fase 3 provocou dor no local (84% dos casos), fadiga (63%), dor de cabeça (55%), dor muscular (38%), calafrios (32%), dor nas juntas (23%) e febre (14%). Efeitos colaterais, se houver, haverá nos primeiros 3 dias após a vacinação.

27. Você pode contagiar alguém, mesmo sendo vacinado?

É possível que alguém vacinado espalhe o vírus. Se você enfrenta 100 partículas virais e barra 80 delas, ainda sobram 20. Se você vai ao cinema e tosse ao lado de alguém sem máscara, pode contaminá-lo.

28. Eu posso me reinfectar com o novo coronavírus e pegar a Covid-19 de novo?

É possível, embora nada comum. Mesmo que os 30 reinfectados oficialmente reconhecidos em todo o mundo sejam muitos mais, eles continuarão sendo uma parcela ínfima da população.

29. Uma vez vacinado, posso abandonar as medidas preventivas hoje de praxe?

Nem pensar. Primeiro, nenhuma vacina protege 100%. Depois, a imunidade que elas oferecem começa a funcionar depois de vários dias – entre 7 e 10, no caso da vacina da Pfizer.

30. Tomar uma vacina anti-Covid-19 bloqueia a transmissão do vírus a outros?

Não se sabe. A vacina protege o hospedeiro de ficar gravemente doente e até de morrer, e pode ser que, por tabela, a transmissão viral seja bloqueada. Mas por enquanto é uma dedução.

31. As vacinas que vem por aí deverão ser aperfeiçoadas?

A primeira geração de vacinas tende a ser imperfeita, e algumas talvez não previnam plenamente a infecção, mas reduzam os sintomas. Mesmo assim, podem não funcionar para todos ou por muito tempo.

V. DEVANEIOS – QUE TAL CAIR NA REAL?

32. Posso me infectar entre uma dose da vacina e outra (da mesma vacina)?

Certamente, se a primeira dose não tiver produzido anticorpos suficientes, o que é provável.

33. Posso pular fora depois de receber a primeira dose da vacina?

Poder, pode, mas é uma decisão estranha. Testada na Fase 3, uma das vacinas provou ser 52% eficaz após a primeira dose, e 95%, depois da segunda.

34. Quando estará normalizada a disponibilidade de vacinas para todos no Brasil?

Impossível saber nesse momento. Nos Estados Unidos, que já começa a vacinar em dezembro 2020, a previsão oficial é abril 2021. Faça as contas.

35. A imunização natural alcançada após se curar da infecção é mais poderosa que a imunidade fornecida por uma vacina?

Obviamente, depende da efetividade da vacina, mas mesmo assim o assunto é controverso.

36. A vacina ser 95% eficaz, por exemplo, significa que eu tenho 95% de chance de ficar imunizado se aplicá-la?

Não. A eficácia é a imunização prevista após o teste da Fase 3, a efetividade é a imunização alcançada na vida real. Essa seguramente será algo menor.

37. Alguma das vacinas em vias de aprovação especificou a imunidade oferecida?

A desenvolvida pela Moderna. Noventa dias após a primeira dose, e 60 depois da segunda. O intervalo entre as duas doses é de 1 mês. Em 13/12, o CEO da BioNTech, associada à Pfizer, disse que a reimunização poderá ocorrer em dois anos.

38. Qual é o tempo de imunidade dos já curados da Covid-19?

Não se sabe. Entre 3 ou 4 meses e um ano, provavelmente.

39. A imunização em massa irá controlar a pandemia, através do controle imediato da Covid-19?

Improvável. Vacinas contra a Covid-19 não visam evitar o contágio e, sim, a forma mais grave da doença. O objetivo das vacinas antivírus é prevenir doenças clínicas, sintomáticas, e não necessariamente prevenir infecções. Evitando que as pessoas infectadas adoeçam, evita-se que elas fiquem gravemente doentes. Eis o objetivo final.

VI. CULTURA GERAL

40. Por que duas doses da vacina, na maioria das opções?

A primeira dose da vacina não produz os anticorpos certos e suficientes para expulsar o vírus. A segunda dose dá ao sistema imunológico o impulsionamento que precisa.

41. Por que nenhuma das 14 vacinas atualmente na Fase 3 oferece total imunidade?

Por vários motivos, alguns desconhecidos. Muitas coisas ficarão claras somente depois da vacinação em massa. Não se sabe, por exemplo, se essas vacinas de primeira geração produzem anticorpos suficientes para deter o vírus no seu principal ponto de ingresso no organismo: o nariz (mucosa) e a boca.

42. O fato de as vacinas terem sido desenvolvidas em tempo recorde significa que sejam inseguras?

Não.  Em todos esses casos, todas as etapas necessárias a aprovação de uma vacina exigidas pela pesquisa clínica têm sido cumpridas, ao menos até aqui. Apenas alguns desenvolvedores devem abrir seus dados para se ter certeza.

43. A Segunda Onda viral hoje em curso em todo o mundo, o Brasil inclusive, foi engordada por reinfectados com a Covid-19?

Impossível. O número de reinfectados, dos quais hoje se conhecem oficialmente apenas 30, deve ser muito pequeno.

44. De dois infectados numa mesma moradia, um responde bem à infecção e o outro não. Qual o motivo?

Pode haver uma explicação genética, ainda que muito parcial. Uma pequena proporção dos doentes graves com Covid-19 (3,5%) sofre de baixa produção de interferons, os que fornecem uma barreira antiviral.

45. Por que confirmar uma reinfecção como esse vírus é tão difícil?

Porque os testes de diagnóstico PCR, que acusam ou desmentem a infecção nas duas ocasiões, não reportam a sequência genética do vírus. Por isso, é impossível saber se se trata de uma reinfecção (com um segundo vírus) ou se é o ressurgimento do primeiro vírus, que ficou no corpo sem ser notado.

46. A vacina pode afetar a fertilidade da mulher?

Não se sabe. Há evidências, sim, de que a Covid-19 afeta a fertilidade.

47. As mutações do vírus afetam a efetividade da vacina?

Normalmente, os vírus sofrem mutação (a mudança no material genético no vírus). Isso acontece em taxas diferentes para vírus diferentes e as mutações não afetam necessariamente o quão bem a vacina funciona contra o vírus.

48. As vacinas protegem todas as cepas do novo coronavírus conhecidas?

Sim. Felizmente, como a taxa de mutação do novo coronavírus é muito baixa, comparado com os da influenza ou do HIV, não há variação significativa no código genético do cromossoma.

49. Por que o novo coronavírus muda menos no tempo que outros vírus (ex.: influenza, HIV)?

Porque o novo coronavírus possui uma proteína que os outros não tem, a que corrige (para baixo) a própria mutação.

50. Uma eventual segunda reinfecção com o novo coronavírus será mais severa que a primeira?

Improvável. A primeira deve ter gerado alguma resposta imunológica, ainda que leve. Isso ajudará a enfrentar melhor a segunda reinfecção, com sintomas leves ou inexpressivos.

51. Quando a pandemia acabará no país?

Quando os imunizados naturalmente e os imunizados pela vacina, somados, atingirem uns 70% da população – a imunidade de rebanho. E o fim da pandemia não significará o sumiço desse vírus, continuará a infectar, ainda que menos do que antes.

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