Jogo Alívio 2.0 na parada

Jogo Alívio 2.0 na parada

O Jogo Alívio 2.0 foi apresentado no 14º.CBDor, no mês passado. Uma versão mais simplificada, entretida e veloz que a original. Não que esta fosse problemática – em 8 meses mais de 30.000 pessoas já jogaram e a conta continua subindo. É que eu sempre vi o Jogo Alívio como um software educacional que, como todo software, precisa, de tempos em tempos, ser renovado, aperfeiçoado…

A caminho do 14º.CBDor, porém, enquanto repassava mentalmente a minha fala, de repente me vi diante do questionamento seguinte:

“Por que alguém preferiria aprender sobre dor com o Jogo Alívio em vez de fuçar no Google?

Ter o Google como padrão de comparação, convenhamos, deve ser uma das coisas mais deprimentes no planeta. Ele é onipresente, onipotente, onisciente… você não vai ganhar dele nunca.

Será?

É verdade que as 3.000 afirmações/informações sobre a dor e seu gerenciamento que formam o banco de dados do Jogo Alívio não se comparam aos zilhões de informações contidas nos megaservidores do Google.

Porém, para quem quer mesmo aprender sobre dor… vejamos:

  • O Jogo Alívio apresenta níveis de complexidade (Básico, Intermediário, Avançado) e temas gerais e específicos (Neurociência, Dor na Mulher). O jogador escolhe o nível e o tema que mais lhe convém, podendo migrar para outros níveis e outros temas se e quando quiser.
  • O Jogo Alívio possui uma didática que não caiu do céu. Recorrer a afirmações (para estas serem qualificadas como Verdadeiras ou Falsas), obriga a pessoa a desafiar categoricamente seu conhecimento sobre a matéria exposta. Se acertar, solidifica o conhecimento que já tinha; se errar, preenche o vazio que antes havia nele. Ou seja, aprende-se de todo jeito.
  • O Jogo Alívio contém informações sobre dor somente provenientes de artigos científicos, ou de revisões de artigos do gênero publicados durante um período de tempo, conforme manda a Medicina Baseada em Evidências.
  • O Jogo Alívio possui foco. Pesquisar no Google requer usar palavras-chave, de maneira a chamar tudo o que houver na rede relacionado a elas. Via de regra, o que chega é… tudo, o que amiúde equivale a qualquer coisa. Perde-se assim algum tempo fuçando em busca do que se deseja saber. O Jogo Alívio já fez essa filtragem. O jogador é sempre questionado sobre algo específico, encapsulado numa afirmação sucinta. Após responder, ele obtém uma explicação justificando a resposta correta, também sucinta. Ele não precisa, como é o caso ao acessar matérias no Google, perambular por um ou mais links/textos até obter conhecimento de algo.
  • O Jogo Alívio foi arquitetado para caber na tela de um celular. Quem pesquisa no Google via celular sabe o trabalho que dá ajustar o tamanho dos textos, e a sua movimentação na tela, no intuito de possibilitar uma leitura sofrível.
  • O Jogo Alívio é um jogo educacional digital. Por definição, ele possui um componente lúdico que torna o aprendizado muito mais atrativo, e eficiente, que a mera leitura.


Enfim, sei que o anterior não vai tirar o sono de Larry Page e Sergey Brin, os donos do Google, mas uma coisa é certa: para aprender sobre dor e seu gerenciamento, recorrer ao Jogo Alívio é mais eficiente que se jogar na piscina do Google.

Obviamente, a minha conclusão é 100% subjetiva, enviesada e parcial. Isso porque eu inventei o Jogo Alívio e não o Google. Você não precisa acreditar nela, nem em mim. Mas pode, sim, testá-la. Venha para o Jogo Alívio e tire a dúvida.

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