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Efeitos colaterais da Pfizer – 2022. Quando se preocupar?

Efeitos colaterais da Pfizer – 2022. Quando se preocupar?

Há meses publiquei um post sobre os efeitos colaterais da vacina Pfizer-BioNTech. Mensagens testemunhando esses efeitos não param de chegar, o que em princípio nada teria de estranho. Afinal, esses efeitos colaterais são vários e desde o começo sabia-se que iriam afetar mais ou menos um terço dos vacinados com imunizantes mRNA (Pfizer, Moderna). A vertente de reclamações não arrefeceu após a aplicação da terceira dose. Esse post procura esclarecer aos remetentes a última palavra oficial sobre o que esperar em termos de efeitos colaterais com a vacina da Pfizer-BioNTech.

“Um dos hábitos diários mais comuns e destrutivos em que as pessoas se envolvem certamente deve ser o hábito de se preocupar.”

Henrick Edberg

O objetivo aqui é dar às pessoas que sentem efeitos colaterais após tomar a vacina da Pfizer-BioNTech – uma referência para decidir o que fazer diante de seus sintomas.

Pessoas representadas pelos exemplos a seguir, estão claramente desorientadas e, o pior, próximas de ser afetadas mentalmente pela sua condição e pela incerteza.

Transcrição literal do texto. Nome fictício.

Júlia

“Tomei a segunda dose da Pfizer já fazem quase 3 meses e a dor no meu braço só aumenta. Já estou limitada a alguns movimentos. Como proceder?”

Maria

“Depois de ter tomado a segunda dose da Pfizer não consigo mais andar normal, sinto dores dia e noite no ciático, pernas, joelho, fraqueza muscular nos membros inferiores, as articulações parecem enferrujadas, não consigo mais ficar em posição nenhuma por muito tempo, não durmo direito mais. Só sofrimento. Quem vai me indenizar pelos danos?”

Lúcia

“Poooxa, você relatou o que sinto e até achava que era coisa de minha cabeça. Já tomei a 3a. dose e continuo com dor no braço, hoje mesmo estou inquieta para dormir devido a dor que está constante e olhe que minha 3a. dose foi 12/12/2021.”

Rafael

“Nunca tive dor de cabeça, nem pernas depois que tomei a primeira e última Pfizer tenho tido dores de cabeça, minhas pernas parecem estar enferrujadas. POVO COBAIA.”

Eu não sou médico e aqui me limito a transcrever o que deveria ser comunicado à população em geral. Considero, sim, incivilizado, senão desumano, deixar pessoas sofrendo com dor diante do desconhecido, no limbo. Dar a elas uma referência do que é “normal-esperar-após-a-aplicação-da-vacina” diz ao mesmo tempo, o que é “anormal” esperar. Dessa forma, quem se ajustar ao figurino previsto pelos cientistas, se acalma; e quem não, faz bem em se informar com um médico.

Afinal, qual o tamanho da encrenca?

A terceira dose de vacina da Pfizer-BioNTech tem menor taxa de efeitos colaterais, segundo o Ministério da Saúde de Israel As reações adversas leves são significativamente menores do que as injeções anteriores: de 3,3 milhões de israelenses vacinados com essas doses, apenas 19 relatam efeitos colaterais graves, que podem não estar todos ligados à vacina.

Os efeitos colaterais relatados foram menos comuns na terceira vez em todas as faixas etárias. Eles foram os seguintes:

No braço onde você foi vacinado:

  • Dor
  • Vermelhidão
  • Inchaço

Em todo o resto do seu corpo:

  • Cansaço
  • Dor de cabeça
  • Dor muscular
  • Arrepios
  • Náusea

Interessante, o sintoma “febre”, protagonista garantido nas pesquisas realizadas até o primeiro semestre de 2021, agora foi excluído.

A Pfizer confirmou a informação israelita ao enviar os dados de seu ensaio clínico ao FDA (Food and Drug Administration) dos EUA.

A sua dose de reforço, a terceira, possui a mesma formulação e a mesma força que as duas anteriores. E os dados coletados pela empresa sugerem que os efeitos colaterais provocados pelo reforço são muito semelhantes aos sintomas que algumas pessoas experimentaram após o conjunto inicial – possivelmente ainda mais leves. 

A dor no local da injeção foi a reação mais comumente relatada após receber o reforço.

Cerca de 83% dos receptores de reforço do estudo relataram isso, seguidos por fadiga (63,7%) e dor de cabeça (48,4%), a maioria dos quais leves a moderados. Essas descobertas refletem de perto os dados de efeitos colaterais coletados da segunda vacina da Pfizer. Outros efeitos colaterais registrados no estudo de reforço também estão de acordo com os sintomas documentados após a série primária da Pfizer. Eles incluem dores musculares e articulares, calafrios, diarreia, vômitos e febre.

Fadiga
63.7%
Dor de cabeça
48.4%

Quem diria? A idade protege.

O teste da Pfizer descobriu que, em comparação com adultos de 18 a 55 anos, adultos com mais de 65 anos eram menos propensos a experimentar esses sintomas de fadiga ou gripe após receber o reforço.

Isso não é surpreendente, diz Melanie Swift, MD, copresidente do Grupo de Trabalho de Alocação e Distribuição de Vacinas Covid-19 da Mayo Clinic. A maioria dos efeitos colaterais não é resultado direto da vacina, mas sim “uma indicação de seu sistema imunológico reagindo” à vacina, observa ela.

Ou seja, quanto mais robusta for sua resposta imune, “mais efeitos colaterais você terá”.

“À medida que as pessoas envelhecem, suas respostas imunes geralmente diminuem”, diz Swift.

Não houve casos relatados de miocardite, pericardite, anafilaxia, apendicite ou paralisia de Bell na população do ensaio de reforço (cerca de 3.000 adultos) durante o período do estudo. Um sintoma que o FDA destacou, no entanto: linfonodos inchados nas axilas foram observados com mais frequência após a dose de reforço do que após a série primária de duas doses.

O que diz o CDC americano?

O mesmo que a Pfizer-BioNTech. Os efeitos colaterais mais comumente relatados por indivíduos que receberam uma dose de reforço ou uma dose adicional como parte de uma série primária, são: dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, bem como fadiga, dor de cabeça, dores musculares ou articulares e calafrios. Linfonodos inchados nas axilas foram observados com mais frequência após a dose de reforço do que após a segunda dose de uma série primária de duas doses.

Em suma, quando convém consultar um médico ou médica?

Quando tiver sintomas anormais, novos ou inesperados ou se tiver um efeito colateral esperado que não desapareceu após alguns dias.

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