A dor crônica em 4 rodas

A dor crônica em 4 rodas

Há certas teclas nas quais é impossível parar de bater. A diferença entre a dor aguda e crônica, por exemplo. A razão é simples: ignorá-la tem consequências ruins para um paciente com dor, e ela ainda está, sim, sendo ignorada no presente.

“Assim como seu carro requer menos energia para ir mais rápido e mais longe quando as rodas estão em perfeito alinhamento, você tem melhor desempenho quando seus pensamentos, sentimentos, emoções, objetivos e valores estão em equilíbrio.”

Brian Tracy

A dor aguda passa, a dor crônica fica. Isso faz toda a diferença.

Eu padeci décadas com uma dor crônica e nenhum dos sei-lá-quantos médicos que consultei sequer a mencionou, muito menos levou aquilo em conta ao prescrever tratamentos. Ou mais precisamente, levou em conta que esses dois tipos de dor – aguda e crônica – merecem tratamentos e expectativas de resultados, enfim, diferentes. E que o paciente deveria saber disso.

Por isso, chamou-me muito a atenção um vídeo que vi na internet. Ele usa uma analogia – um carro com os pneus murchos – para explicar não só a diferença entre aquelas duas dores, mas também, o que uma e outra dor requer para o paciente se curar ou se aliviar.

Vídeo

O vídeo foi produzido pela The American Chronic Pain Association e está em inglês. Eu resolvi dublá-lo mesmo que amadoristicamente. Devo ter infringido alguma lei, pelo qual já vou logo confessando culpa, arrependimento e o fervente desejo de não ser preso. Afinal, a minha intenção é a mesma dos americanos: alertar o maior número possível de pessoas com dor crônica sobre coisas básicas que elas devem saber para, na melhor das hipóteses, obter alívio, e na pior, evitar gastar tempo, dinheiro e esperança em prol de resultados improváveis. Tomara que o juiz leve isso em conta.

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