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Covid-19 pelo mundo afora: 28-03-21

Covid-19 pelo mundo afora: 28-03-21

Veja as últimas notícias sobre a Covid-19 no Brasil e pelo mundo afora. Volta atrás? Meia volta? Volta e meia? Ninguém sabe se a suposta mudança do Governo Federal em prol de um combate à Covid-19, encenada nessa semana, não é apenas o começo de uma volta em si mesmo. O novo Ministro da Saúde usa duas máscaras e conclama uma pátria de máscaras! Espantoso. Um novo país, certamente. Euforia entre os cientistas. Alívio entre os políticos. Até quando?

A Butanvac: em menos de 24 horas, mais uma polêmica

A boa notícia: prevista para ser produzida em maio e aplicada em julho. A má notícia: ninguém acredita nessa previsão. A notícia dúbia: um pesquisador da escola de medicina Ihcan do Hospital Mount Sinai, um dos melhores hospitais americanos, diz ter criado a vacina e ter cedido a patente ao Butantan (além da Tailândia e Vietnam) para testar clinicamente e produzir. Os testes pré-clínicos foram feitos no Mount Sinai. Opa!, não fosse pelo grito do tal pesquisador nunca saberíamos que o criador da vacina não foi Butantan, uma vez que nada disso foi mencionado ao anunciar a vacina. Politicamente, omitir é corriqueiro. Cientificamente, isso é muito feio.

Pay Time

Nos próximos dias, uma patente será finalmente emitida para uma invenção que demorou cinco anos, um feito da engenharia molecular que está no cerne de pelo menos cinco principais vacinas Covid-19. Ocorre que até o momento, as 3 autorizadas – Pfizer, Moderna e Janssen – são as mais efetivas já inventadas no planeta. E o governo dos Estados Unidos controlará essa patente. Dos 195 países no mundo, o Brasil foi talvez o último país a cumprimentar Joe Biden por ter vencido a eleição nos EUA. Foi um gesto altivo, corajoso e de manifesta independência. E muito estúpido, também.

Enquanto os bloqueios da Europa se arrastam, a polícia e os manifestantes se chocam

Na Grã-Bretanha e além, manifestantes de esquerda e direita estão se rebelando contra as restrições aos vírus, obtendo respostas duras da polícia – e perguntas sobre a legitimidade dos policiais. Da Espanha e Dinamarca à Áustria e Romênia, pessoas frustradas estão atacando as restrições em suas vidas diárias. Com grande parte da Europa enfrentando uma terceira onda de infecções por coronavírus que poderia manter esses bloqueios sufocantes no local semanas ou até meses mais, analistas alertam que as tensões nas ruas devem aumentar.

Não é só nas Minas Gerais

Você deve ter visto um vídeo mostrando o furto à mão armada de 200 doses de uma certa vacina, na Cidade de São Paulo. Em Chicago, a terra do Al Capone, o roubo é mais sutil. A empresa encarregada de vacinar os funcionários das Escolas Públicas de Chicago foi pega distribuindo incorretamente 6.000 vacinas. Por “incorretamente”, leia-se: administrar a vacina a indivíduos que não tinham direito a recebê-la. Outra venerável instituição da região fez o mesmo. O Hospital Loretto vacinou indevidamente gente na Trump Tower, e aplicou injeções não autorizadas a um grupo de… juízes. Mais de 200 membros da igreja do CEO do hospital também foram indevidamente picotados – a US$ 25 a dose.

De morcegos para humanos

O novo coronavírus faz parte de uma linhagem de vírus “generalistas” que infectam muitas espécies de mamíferos. De acordo com um estudo recente publicado na PLOS Biology, a sua transição de morcegos para os humanos foi relativamente fácil e houve poucas mudanças significativas em seu genoma durante os primeiros meses da pandemia.

Teste do cotonete, um novo método

Um novo método para testar a Covid-19 usa um cotonete de pele. O teste analisa o sebo, que é uma substância oleosa produzida pelas glândulas sebáceas.

Happy Hour sem Zoom

Reconhecendo que os empregados passam muito tempo assistindo a chamadas de vídeo, o Citigroup está incentivando seus funcionários a aderir às “sextas-feiras sem zoom”. A ideia é reduzir a “fadiga do zoom”, um fenômeno exacerbado pelo contato visual excessivo envolvido em chamadas de vídeo, a situação não natural de olhar para nossa própria imagem na tela, ter que ficar no mesmo lugar fixo e o esforço extra necessário para interpretar as comunicações não-verbais.

A vacina Oxford-AstraZeneca na montanha russa

Em menos de 10 dias, essa vacina primeiro falhou em mostrar proteção contra Covid-19 leve a moderada em pessoas com a variante B.1.351 do vírus identificada pela primeira vez na África do Sul. Num ensaio controlado por placebo abrangendo 2 mil pessoas naquele país, a eficácia foi determinada em pouco mais de 10% entre as pessoas infectadas com essa variante. O governo resolveu vender milhares de doses da vacina a países vizinhos.

Depois a vacina da Oxford-AstraZeneca teve o seu uso suspenso por uma dúzia de países da União Europeia.

Em seguida, mostrou eficácia de nada menos que 79% em três ensaios fase 3 (2.449 voluntários no Peru, Chile e EUA). No dia seguinte, porém, o Comitê de Monitoramento de Dados de Segurança (DSMB), uma entidade independente que supervisiona o teste, “expressou o receio de a AstraZeneca ter incluído informações desatualizadas, fornecendo uma visão incompleta da eficácia”, disse o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID).

Ontem, A AstraZeneca admitiu que sua vacina Covid-19 foi mesmo um pouquinho menos eficaz na prevenção da doença, agora com base em dados mais recentes do que os incluídos nos resultados provisórios de seu ensaio clínico anunciados no começo da semana.

Ufa!

Alguns pacientes com a Covid Longa sentem-se muito melhor depois de receber a vacina

É muito cedo para dizer se as vacinas têm um amplo efeito benéfico em pacientes com problemas contínuos, mas os cientistas estão intrigados e começam a estudar o fenômeno. Os 44 pacientes vacinados no estudo eram mais velhos e tinham mais condições médicas subjacentes, já que as pessoas com essas características se qualificaram para as vacinas mais cedo. Um mês após a vacinação, esses pacientes relataram melhora em 23% dos sintomas longos de Covid, como dor nas articulações e respiração, enquanto 5,6% dos sintomas pioraram. As 22 pessoas não vacinadas questionadas na época disseram que 15% dos sintomas melhoraram, enquanto 14% pioraram. Não houve diferença na resposta entre as pessoas que receberam as vacinas Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca.

A vacina Covid em crianças

A Pfizer-BioNTech, testa sua vacina em crianças de 12 a 15 anos e ainda mais novas. A Moderna deve inscrever 6.750 crianças saudáveis nos Estados Unidos e Canadá, com o mesmo fim (menores de 12 anos, incluindo bebês de até seis meses). Em um estudo separado, a Moderna está testando sua vacina em 3.000 crianças de 12 a 17 anos e pode ter resultados para essa faixa etária no verão. A Johnson & Johnson também disse que testaria sua vacina contra o coronavírus em bebês e crianças pequenas, após testá-la primeiro em crianças mais velhas. No mês passado, a AstraZeneca começou a testar sua vacina na Grã-Bretanha em crianças de 6 anos ou mais.

Imunidade coletiva e as variantes

Alguns especialistas estimam que 70 a 90% da população americana precisa adquirir resistência ao coronavírus para atingir a imunidade coletiva, quando a transmissão do vírus diminui substancialmente porque um número suficiente de pessoas foi protegido por meio de infecção ou vacinação. Uma série de fatores determinará a rapidez com que esse limite é atingido, especialmente o ritmo em que as pessoas recém-vacinadas se juntam àquelas que estão imunes após infecções anteriores. Mas a presença de mais variantes de vírus transmissíveis pode complicar esse progresso.

A estratégia da Rússia com a Sputnik V

A Rússia afirma ter alcançado novos acordos para produzir a vacina Sputnik V Covid-19 em mais países da União Europeia (UE). Acordos foram fechados com empresas na Espanha, França e Alemanha enquanto aguardam sua aprovação na UE, de acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF). Mas os ministros de cada país disseram à agência de notícias AFP que não têm conhecimento de nenhum acordo, e um porta-voz do laboratório IDT Biologika na Alemanha disse que a empresa “ainda está em fase de discussões”. “Atualmente, há negociações adicionais em andamento para aumentar a produção na UE”, disse o chefe do fundo, Kirill Dmitriev, em um comunicado.

Afinal, o quanto as vacinas funcionam nos idosos?

Copo cheio até a metade. Vacinas em geral provocam uma resposta mais fraca em quem tem mais idade porque o sistema imunológico envelhece assim como todo o resto do corpo. Quanto mais idoso, pior a resposta. Mas isso também reduz as chances de a vacina provocar uma reação exagerada do sistema imunológico — algo que pode acontecer com pessoas mais jovens e saudáveis, dizem os autores de um artigo publicado no periódico Age and Ageing, da Universidade de Oxford.

Cães farejadores tailandeses podem detectar Covid-19 no suor

Cães farejadores tailandeses treinados para detectar Covid-19 no suor humano provaram ser quase 95% precisos durante o treinamento e podem ser usados para identificar infecções por coronavírus em centros de transporte movimentados em segundos, disse o chefe de um projeto piloto.

A Covid-19 pelo mundo afora

País Notícia
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Peru Novo recorde de casos de Covid-19 com disseminação da variante brasileira.
Argentina Argentina Suspendeu o tráfego aéreo com Peru, Chile e Brasil.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Chile Segunda Onda à toda. Paradoxo: metade da população vacinada e mais da metade do país em lockdown para valer, Santiago inclusive. O tempo que os passageiros vindos do Brasil têm que passar em quarentena numa residência sanitária – sabe-se lá o que é isso! – aumentou de 3 para 5 dias.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas França Agregou mais 3 regiões ao lockdown decretado semana passada, que já incluía Paris.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Alemanha Praticamente fechou a fronteira com França.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas EUA Irá atingir os 100 milhões de vacinados com uma dose na próxima semana, mas os novos infectados voltaram a aumentar. Provavelmente devido às variantes (responsáveis por mais de 50%) e ao começo do relaxamento nas medidas de isolamento social.
União Européia União Européia O problema da UE em inocular sua população não resulta apenas de um suprimento inadequado de vacina. A inércia burocrática, os erros estratégicos, a difusão da responsabilidade e os problemas logísticos na marcação de consultas ajudaram a minar seriamente os esforços de vacinação.
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