Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas

Covid-19 pelo mundo afora: 11-07-21

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Várias regiões, entre elas América do Norte, União Europeia, Reino Unido, Austrália, Coréia do Sul, Israel, percorreram um longo caminho em sua batalha contra a Covid-19 desde janeiro. A maioria saiu do bloqueio recentemente assim que viu uma luz no fim do túnel, em grande parte graças às vacinas. Contudo, apenas os EUA e o Reino Unido tinham credencial para isso (ao menos 50% da população vacinada). No entanto, antes do fim do túnel havia uma pedra no caminho, chamada variante Delta. Ela se espalha rapidamente e as estatísticas epidemiológicas estão ficando menos otimistas. Mas o momento é outro (em relação às ondas anteriores). A retomada de lockdowns está fora de cogitação; não por falta de necessidade, mas porque é verão e não há mais “ambiente” para isso. Mesmo sabendo que ao continuar a flexibilização há o risco de ter que se enfrentar com o alfabeto grego inteiro. O Brasil, com as estatísticas de mortos e feridos melhorando, começa a entrar no mesmo túnel com 3 ou 4 semanas de atraso. Tomara que esteja suficientemente credenciado para sair bem do outro lado.

Você já se vacinou? Nem pense em largar a máscara.

A experiência pandêmica de dois países separados por quase 12 mil km, Chile e Escócia, mostra que a vacinação não é garantia de contenção definitiva da pandemia. Mais da metade da população em ambos está totalmente vacinada e 2/3 receberam pelo menos uma dose da vacina. Os dois países, no entanto, acabam de sofrer sua pior onda de infecções. Tem quem diga que não há como explicar essa estranha situação, se os já vacinados não estiverem desempenhando um papel na transmissão.

O intervalo mais longo entre as doses da vacina Covid-19 pode aumentar a resposta imunológica

Um novo estudo oferece garantias de que um intervalo maior entre a primeira e a segunda doses da vacina Oxford-AstraZeneca não comprometerá a resposta imunológica de uma pessoa. Um intervalo de até 45 semanas realmente levou a uma resposta imunológica mais forte em comparação com o intervalo recomendado.

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Ups!

A vacina Coronavac é menos eficaz diante das variantes do novo coronavírus, segundo estudo da Universidade do Chile divulgado semana passada. Para a variante Lambda, a capacidade neutralizante dos anticorpos gerados pela Coronavac, diminui sua eficácia em 3,05 vezes. A eficácia dessa vacina também é reduzida em 2,33 vezes contra a variante Gama (coloquialmente chamada de variante brasileira) e diminuída em 2,03 vezes sua utilidade contra a Alfa (conhecida como a britânica). O estudo, publicado na plataforma de divulgação científica do medRxiv, foi realizado em 75 pacientes vacinados com as duas doses do laboratório Sinovac no Chile. Ele não investigou a variante Delta, que já começa a circular no Chile.

Obs. No Chile, ao menos 8 em cada 10 vacinados tomaram a Sinovac/Coronavac, cuja eficácia cravou 64% num ensaio clínico recente.

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A vacina J&J protege contra a variante Delta

Em um comunicado à imprensa, a Johnson & Johnson anunciou que, de acordo com dados recentes, sua vacina de dose única “gerou uma atividade forte e persistente contra a variante Delta de rápida disseminação e outras variantes virais de SARS-CoV-2 altamente prevalentes”. A empresa também explica que a proteção persistiu por 8 meses completos que os pesquisadores avaliaram até o momento.

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A vacina Moderna é eficaz contra um modelo da variante Delta

Em um novo estudo, ainda não revisado por pares, os cientistas da Moderna descobriram que os anticorpos de voluntários de ensaios clínicos vacinados poderiam neutralizar efetivamente um vírus modelo que carrega a proteína spike SARS-CoV-2 com as mutações da variante Delta. Enquanto a capacidade de neutralizar a variante Delta foi menor em comparação com as outras variantes, os autores do estudo dizem que todas as variantes “permaneceram suscetíveis” à neutralização por anticorpos gerados em resposta à vacina Moderna.

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As vacinas Moderna e Pfizer reduzem a gravidade e a carga viral em quem contrai a Covid-19

Um estudo recente investigou o quão bem as vacinas de mRNA Moderna e Pfizer preveniram e atenuaram a Covid-19 em condições do mundo real. Os autores concluem que elas foram “altamente eficazes” na prevenção de infecções. Além disso, aqueles que contraíram o vírus apresentaram sintomas menos graves e uma doença mais curta. O estudo, que aparece no The New England Journal of Medicine, também descobriu que os indivíduos que foram vacinados, mas contraíram o vírus, tinham cargas virais significativamente mais baixas. Doses de uma vacina de mRNA foram 91% eficazes contra a infecção pelo novo coronavírus, seja sintomática ou assintomática. Uma única dose da vacina foi 81% eficaz.

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Misturar vacinas Covid-19 “funciona”

Um estudo examinou a eficácia de duas doses de Pfizer-BioNTech, duas doses de AstraZeneca e uma delas seguida da outra em 850 pessoas com 50 anos ou mais. Os resultados revelaram que todas as combinações funcionaram bem, desencadeando uma resposta imunológica. Mais especificamente, os resultados sugeriram que:

  • A AstraZeneca seguida pela Pfizer desencadeou mais anticorpos e respostas de células T do que a Pfizer seguida pela AstraZeneca.
  • Tanto a AstraZeneca seguida pela Pfizer quanto a Pfizer seguida pela AstraZeneca induziram mais anticorpos do que duas doses de AstraZeneca.
  • Duas doses de Pfizer criaram o maior número de anticorpos e a maior resposta de células T resultou da AstraZeneca seguida pela Pfizer.

Mais evidências de que a vacina Pfizer oferece proteção a longo prazo

Um novo estudo publicado na revista NatureTrusted Source sugere que a vacina Pfizer-BioNTech oferece proteção de longa duração. Foi examinada a resposta imunológica do corpo conforme ela se manifesta nos chamados centros germinativos. Os centros germinativos são estruturas de células B nos nódulos linfáticos. As células B respondem a um antígeno, ou uma substância estranha, produzindo anticorpos. As células amadurecem em células especializadas que, por sua vez, podem criar imunidade de longo prazo. O estudo examinou essas reações imunes em 14 indivíduos que receberam ambas as doses da vacina de mRNA Pfizer Covid-19. A equipe descobriu que as células B persistiram nos centros germinativos nos nódulos linfáticos por quase 4 meses após a vacinação. Normalmente, esses sintomas diminuem após 4 a 6 semanas, explicou um imunologista ao The New York Times.

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China aprova vacina Sinovac para uso de emergência em crianças de 3 anos

Nos últimos dias, as autoridades de saúde chinesas aprovaram o uso emergencial da vacina Sinovac Covid-19 em crianças a partir dos 3 anos de idade.

Especialistas alertam contra o ‘preço diferencial’ das vacinas Covid-19 na Índia

Até recentemente, a Índia se concentrou na distribuição de sua própria vacina, Covaxin, desenvolvida pela Bharat Biotech, bem como a vacina Oxford-AstraZeneca, produzida sob o nome de Covishield neste país. Embora as agências de saúde indianas já tenham autorizado a distribuição de uma terceira vacina, a russa Sputnik V, ainda não há doses suficientes para todos, alertam os especialistas. Assim sendo, a Índia autorizou fornecedores privados a distribuir as vacinas à população, vendendo-as a preços variáveis, o que pode ser proibitivo para muitos. “Esse diferencial de preços […] provavelmente será prejudicial à saúde pública neste momento de grave crise na Índia”, alertam os especialistas.

A sua vacina irá protegê-lo?

Pela primeira vez, os pesquisadores identificaram um biomarcador que prevê o quão bem uma vacina irá proteger as pessoas da infecção. Foram identificadas 13 áreas do genoma humano associadas ao risco de infecção pelo SARS-CoV-2 e à gravidade da Covid-19 em alguns pacientes, de acordo com um estudo publicado na Nature.

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Você sabia que:

Atualmente, existem 128 vacinas candidatas, 39 vacinas candidatas em testes clínicos de estágio 3, e 19 vacinas já autorizadas em vários países.

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Um acampamento da igreja em Galveston, Texas, foi relacionado a mais de 125 casos de Covid-19

Mais de 400 jovens e adultos participaram de Camp Creek no final de junho, um acampamento de ministério estudantil para crianças da sexta à 12ª série na Igreja Comunitária de Clear Creek, de acordo com um comunicado da igreja. “Infelizmente, ao retornar do acampamento, mais de 125 campistas e adultos nos relataram que o teste foi positivo para Covid-19”, escreveu o pastor Bruce Wesley no comunicado.

Mais sobre o intervalo entre as duas doses e a terceira dose

Um novo estudo da Universidade de Oxford (RU) oferece garantias de que um intervalo maior entre a primeira e a segunda doses da vacina Oxford-AstraZeneca não compromete a resposta imunológica de uma pessoa.

  • Um intervalo de até 45 semanas realmente levou a uma resposta imunológica mais forte em comparação com o intervalo recomendado.
  • Uma dose de “reforço” mais de 6 meses após a segunda dose fortaleceu ainda mais a imunidade, inclusive contra as variantes existentes.
  • Houve menor incidência de efeitos colaterais leves da vacina após a segunda e terceira doses do que após a primeira dose.

O paradoxo da vacinação

“É claro que quanto mais casos você tiver, particularmente com altos níveis de proteção da vacina, isso meio que desafia o vírus um pouco mais e dá mais potencial para ele sofrer mutação para uma forma em que as vacinas sejam menos eficazes.” Dr Michael Tidesley, infectologista (RU).

A Covid pelo mundo afora

País Notícia
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas EUA Dados recentemente atualizados do Johns Hopkins Coronavirus Resource Center revelam que as coisas estão ficando ruins novamente, mostrando bolsões virais no sul do país, onde a média de casos de sete dias aumentou.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas União Europeia A União Europeia distribuiu vacinas Covid-19 suficientes para pelo menos 70% dos adultos, anunciou hoje o presidente da Comissão Europeia.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Reino Unido Infecções crescentes no Reino Unido devido à variante Delta estão aumentando o número de pessoas que devem se isolar. Espera-se que isso se intensifique após a fase final de desbloqueio da Inglaterra em 19 de julho, quando a maioria das restrições termina, incluindo os requisitos de máscara. Especialistas aconselharam o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido que 30 milhões dos mais vulneráveis deveriam receber uma terceira dose da vacina Covid-19 com a aproximação do inverno.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas África Apenas 2% dos 1,3 bilhão de pessoas da África receberam a primeira dose de uma vacina Covid-19 até agora. Isso contrasta fortemente com os Estados Unidos, onde 67,1% dos adultos receberam a primeira dose.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Coreia do Sul Com apenas 10% da população totalmente vacinada, o país registra o maior número de casos de Covid-19 enquanto uma onda de infecções varre a região da Ásia-Pacífico, impulsionada pela variante Delta.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Rússia A Rússia estabeleceu agora sete novas máximas de mortes por Covid-19 nos últimos 12 dias, conforme os casos aumentam, impulsionados pela disseminação da variante Delta altamente transmissível. Enquanto isso, a campanha de vacinação do país ainda não decolou, com apenas 18,9 milhões da população de cerca de 146 milhões de pessoas totalmente vacinadas, segundo o site Gogov.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas México O país já entrou na terceira onda da pandemia com um aumento de 29% nas infecções.
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