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Covid-19 pelo mundo afora: 08-11-20

Covid-19 pelo mundo afora: 08-11-20

Entra semana e sai semana e o número de infectados diariamente pela Covid-19 nos Estados Unidos continua a bater recordes. E na Europa, as restrições voltam a ser impostas em vários países. Veja as notícias mais importantes dessa última semana.

Pay time?

Pessoas na maioria dos 25 países ao redor do mundo pensam que os governos e líderes falharam em responder bem ou com rapidez suficiente à crise do coronavírus, mostra uma nova pesquisa global. Feita com cerca de 26.000 pessoas em países da Austrália à Suécia, projetada com o The Guardian e realizada pelo YouGov-Cambridge Globalism Project entre julho e agosto, antes da segunda onda viral na Europa e em outros lugares, a pesquisa mostrou variações marcantes na aprovação dos governos quanto ao manejo da pandemia.

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Fonte: YouGov

Incrível

Segundo uma pesquisa da BBC News, enquanto o surto viral nos Estados Unidos está bombando, somente 1 em cada 6 votantes na eleição presidencial o escolheu como o maior problema americano no momento. Os problemas econômico e racial preocupam mais: 1 em 3 votantes, e 1 em 5, respectivamente.

America First!

Os Estados Unidos relataram pela primeira vez um recorde de mais de 107.000 casos em um único dia na quarta-feira. Na quinta-feira, foram mais de 121.000 novos casos, outro recorde, de acordo com um banco de dados do The New York Times.

O país registrou mais de 1.220 mortes na sexta-feira. Foi a primeira vez que mais de 1.000 mortes foram registradas em quatro dias consecutivos, desde 25 a 28 de agosto.

Pelo menos 17 estados relataram registros de um único dia para novos casos na sexta-feira. E quatro estados relataram mortes recorde: Kansas, Nebraska, Dakota do Sul e Utah.

Em 27 estados, houveram mais casos anunciados na semana passada do que em qualquer outro período de sete dias desde o início da pandemia. Mais de 54.800 pessoas foram hospitalizadas com o vírus na sexta-feira, de acordo com o Covid Tracking Project.

Nas universidades, onde houveram festas dentro e fora dos campi no retorno às aulas em setembro, hoje há meio milhão estão infectados.

Pelo mundo afora: novas restrições

Novas restrições estão em vigor na Áustria, Grécia e Suécia. A Alemanha impôs uma paralisação parcial na segunda-feira, com França, Kosovo e Croácia também implementando medidas mais rígidas.

A Itália retornou à estaca zero. Como em março, os residentes nas regiões da “zona vermelha” – Lombardia, Piemonte, Valle d’Aosta e Calabria – só podem sair de casa por motivos de necessidade, saúde ou trabalho. Os que estão nas “zonas laranja” estão proibidos de sair de suas cidades, exceto por motivos de trabalho ou saúde – e bares e restaurantes estão fechados, exceto para entrega. A Itália registrou 35.505 novos casos e 445 mortes na quinta-feira, elevando o total de casos para 824.879 e as mortes para 40.192, segundo dados do Ministério da Saúde.

A Inglaterra voltou ao bloqueio na quinta-feira, embora as escolas e universidades permanecem abertas. Meio milhão de pessoas na cidade inglesa de Liverpool serão testadas regularmente para Covid-19 com um teste rápido que o governo espera que seja uma nova arma no combate à pandemia. 

Vacinas

O manda-chuva da força-tarefa de vacina contra o coronavírus da Grã-Bretanha diz que os dados que avaliam a eficácia e segurança das duas candidatas mais avançadas – desenvolvidas pela Oxford University e AstraZeneca, e Pfizer e BioNTech – devem estar disponíveis no início de dezembro. No Brasil, a aprovação da Anvisa pode vir na mesma época, porém quanto a disponibilidade… a Fiocruz, produtora da vacina da Oxford/AstraZeneca fala em março. 

Como a Covid-19 pode desencadear coágulos sanguíneos perigosos

Em pessoas gravemente doentes com Covid-19, a inflamação excessiva de uma resposta imune hiperativa pode estimular a formação de perigosos coágulos sanguíneos. Parte dessa coagulação pode vir de certos anticorpos que, em vez de reconhecer um invasor estranho, perseguem moléculas que formam as membranas celulares. Esse ataque pode fazer com que as células do sistema imunológico, chamadas de neutrófilos, liberem uma rede de material genético destinada a prender as partículas do vírus fora das células. Quando isso ocorre na corrente sanguínea, os coágulos sanguíneos podem se formar quando as teias prendem os glóbulos vermelhos e as plaquetas, criando uma massa pegajosa que pode obstruir os vasos sanguíneos.  

Uma gripezinha?

A doença permanece provavelmente 10 vezes mais mortal do que uma gripe forte e também tem complicações de longo prazo. A gripe não é assim. Além disso, muitos pacientes com alta no hospital enfrentam recuperações cansativas e prolongadas e podem precisar de cuidados de longo prazo, enquanto mesmo aqueles que tiveram crises leves de doença também sofrem de problemas de saúde contínuos, como dores de cabeça, fadiga crônica ou problemas cognitivos. O espectro clínico da doença está longe de ser compreendido na sua totalidade.

Inimigo íntimo

As pessoas que contraem a Covid-19 podem espalhar o vírus rapidamente em suas residências, informaram os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, com base em um estudo de 101 pacientes infectados, e 191 de seus contatos domiciliares. Uma “transmissão substancial” ocorreu, quer o primeiro paciente fosse um adulto ou uma criança, descobriram os pesquisadores.

A linha de frente fazendo a curva

Nos Estados Unidos, uma nova pesquisa com médicos de emergência na linha de frente da pandemia mostra que muitos estão preocupados em procurar atendimento de saúde mental por medo do estigma e de potenciais efeitos negativos em sua carreira. Os resultados da pesquisa nacionalmente representativa, conduzida de 7 a 13 de outubro pelo American College of Emergency Physicians, mostrou que quase metade (45%) dos 862 médicos de emergência entrevistados relataram sentir-se desconfortáveis ao procurar atendimento psiquiátrico disponível. A pesquisa teve uma margem de erro de mais ou menos 3 pontos percentuais. 

Imunidade de rebanho? Nem pensar.

Um estudo com 365.000 pessoas na Inglaterra encontrou evidências de que os anticorpos contra o coronavírus diminuem em um período de 3 meses. Os participantes fizeram três rodadas de testes de punção digital em casa entre 20 de junho e 28 de setembro, de acordo com um comunicado à imprensa do Imperial College London. Em vez de aumentar a imunidade, o número de pessoas com anticorpos caiu de 6% no início do estudo para 4,4% no final – uma queda de cerca de 26,5%, disse o comunicado. O declínio foi maior entre pessoas com 75 anos ou mais e menor entre 18-24 anos. Os profissionais de saúde não mostraram declínio nos anticorpos. As descobertas são um golpe para os cientistas que acreditam que a imunidade coletiva acabará por derrubar o novo coronavírus.

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