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Covid-19 pelo mundo afora: 03-01-21

Covid-19 pelo mundo afora: 03-01-21

Dois eventos se destacaram na semana. Um deles eu já previa: o descontrole da pandemia, principalmente no Reino Unido, nos EUA e por aqui. (Na Alemanha, talvez por ignorância, nunca imaginei.) Previsível, porque a essa altura é cristalino que nesses países, um terço da população jamais irá parar de fazer todo o possível por contaminar os outros dois terços. Ponto. Assim como também está claro que nenhum dos seus governantes irá impedi-los. Entramos no modo: “Apertem os cintos, o piloto sumiu”. Outro ponto. Onde eu caí do cavalo foi diante do estrondoso fracasso da campanha de vacinação americana. Morei por lá vários anos e não gostei de tudo, mas sempre admirei o apego ao planejamento, a capacidade logística, o profissionalismo do povo… Mas hoje, pelo visto, a águia americana, de tanto se entupir de junk food, Netflix e opioides, sequer consegue decolar.

Não é qualquer teste que resolve

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou nessa 6ª feira (01/01/21) nota técnica com informações sobre o impacto da variante do novo coronavírus identificada no Reino Unido. Atualmente, há ao menos 4 casos da nova variante do Sars-CoC-2 sendo investigados em São Paulo. A nota recomenda que os laboratórios fiquem atentos às informações das instruções de uso de produtos existentes para a detecção da Covid-19 e adotem medidas que favoreçam o diagnóstico, como a utilização de produtos voltados a diferentes alvos virais. Ainda de acordo com o documento, a maioria dos ensaios moleculares do tipo PCR (reação de cadeia de polimerase) regularizados no Brasil utilizam mais de um alvo, o que reduziria o impacto ao diagnóstico.

Long Haulers: o pesadelo do futuro

Embora a grande maioria das pessoas que desenvolvem Covid-19 sobreviva, os cientistas ainda estão lutando para tratar os chamados long-haulers, que sofrem os efeitos da doença a longo prazo. Um estudo recente da JAMA Internal Medicine também mostrou que quando o coronavírus é mais prevalente em uma área geográfica (ex.: zona, bairro), os resultados dessa luta pioram.

Escândalo por nada. Por enquanto.

Um enfermeiro do estado norte-americano da Califórnia recebeu a vacina da Pfizer no dia 18 de dezembro e foi diagnosticado com coronavírus mais de uma semana depois. A notícia rendeu manchetes, porém o incidente nada tem de surpreendente: a vacina não teve tempo suficiente para fornecer proteção. Normalmente leva duas semanas para o corpo desenvolver imunidade após a vacinação, mas esse período pode ser maior.

Pandemia: o Tio Sam não se manca

Mais de 12,4 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus foram enviadas para os estados dos EUA, mas pouco mais de 2,5 milhões de pessoas receberam vacinas até quarta-feira, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). As autoridades dizem que o ritmo das vacinações Covid-19 deve aumentar significativamente nas próximas semanas. Por enquanto, no entanto, eles apontam para uma série de razões para o atraso, incluindo sistemas de vacinação ainda em fase de preparação, financiamento federal que ainda não foi desembolsado para os estados e uma exigência de que os estados reservem vacinas para instituições de atendimento de longa permanência. Adicione a isso dois feriados e três grandes tempestades de neve.

A Corrida das Vacinas nos últimos 100 metros

A paisagem das vacinas começa a clarear. Com as expectativas sobre a CoronaVac temporariamente (ou definitivamente?) no chão, e a Sputinik ainda sem abrir plenamente seus dados, a Pfizer/BioNTech, cuja vacina é baseada em uma nova tecnologia de mRNA, teve resultados claros, com 95% de eficácia em um único ensaio internacional envolvendo 43.000 pessoas. Já a vacina da Oxford/AstraZeneca teve 62% de eficácia em seu maior ensaio, com 11.636 pessoas, mas 90% de eficácia em um pequeno subgrupo adicional no Reino Unido de 2.741 que receberam meia dose da vacina seguida de uma dose inteira quatro semanas depois. Na média, deu 70%. Isso significa que 7 a cada 10 pessoas vacinadas apenas com a primeira dose da vacina de Oxford ficam protegidas 21 dias depois. Quando a segunda dose é aplicada 12 semanas após a primeira, esse número sobe para 80%.

A Covid-19 pelo mundo afora

Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Conforme a Bloomberg, o Chile ocupa o 14° lugar em vacinação a nível mundial, superado apenas por China, Estados Unidos, Reino Unido, Israel, Rússia, Alemanha, Canadá, Bahrein, Polônia, México, Dinamarca, Itália e Eslovênia. Até o momento já vão 11 milhões de vacinados contra a Covid-19 no mundo, sendo 4,5 milhões na China. Nos EUA, 3,2 milhões até ontem, seguidos por mais de 1 milhão de britânicos, quase todos com vacina da Pfizer-BioNTech.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas O número de mortes por coronavírus na Rússia é mais do que o triplo dos números oficiais relatados anteriormente pelas autoridades de saúde, de acordo com a agência de estatísticas do país. O número atualmente é de 55.265 mortes, mas o serviço de estatística estadual federal de Rosstat diz que o número real é muito, muito mais alto, e relata 186.057 pessoas morrendo com a doença. Isso significaria que a Rússia tem o terceiro pior número de mortes pelo vírus, atrás dos Estados Unidos e do Brasil.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Estados Unidos – Já se passaram duas semanas desde que as autoridades americanas lançaram o que deveria ser a maior campanha de vacinação da história do país. Até agora, as coisas estão indo mal. Quão mal? Um número incontável de doses de vacina irá expirar antes que possam ser injetadas nos americanos, enquanto as comunidades em todo o país estão relatando mais cadáveres do que seus necrotérios podem suportar. A operação Warp Speed falhou em chegar perto de sua meta original de vacinar 20 milhões de pessoas contra o coronavírus até o final de 2020. Dos 14 milhões de doses de vacinas que foram produzidas e entregues a hospitais e departamentos de saúde em todo o país, estima-se que apenas três milhões de pessoas foram vacinadas. O resto das doses que salvam vidas, presumivelmente, permanecem armazenadas em freezers – onde vários milhões delas podem expirar antes de serem colocadas em uso.
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas Reino Unido – A Grã-Bretanha atualizou discretamente seu manual de vacinação para permitir um regime de vacinas combinadas. Se uma segunda dose da vacina que o paciente recebeu originalmente não estiver disponível, ou se o fabricante da primeira injeção não for conhecido, outra vacina pode ser substituída, disseram as autoridades de saúde. A nova orientação contradiz as diretrizes dos Estados Unidos, onde os Centros de Controle e Prevenção de Doenças observaram que as vacinas Covid-19 autorizadas “não são intercambiáveis”.
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