Artigos

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Integrando o manejo da dor na prática clínica – Parte 3
Esta é a Parte 3, e última, de um artigo que detalha pari passu as numerosas contribuições do gerenciamento da dor para o bem-estar dos pacientes, na linha de frente clínica. Nela, estão comentadas as Estratégias de Gestão Médica e Comportamental, as Intervenções Psicológicas para Dor, as Questões Psiquiátricas e de Abuso de Substâncias, além de Direções Futuras.
Integrando o manejo da dor na prática clínica – Parte 2
Esta é a segunda parte de um artigo detalhando pari passu as numerosas contribuições que o gerenciamento da dor poderia dar ao bem-estar dos pacientes, na linha de frente clínica. Nele estão comentados aspectos tais como a avaliação da intensidade da dor – medidas e congruência entre as avaliações de dor dos pacientes e dos profissionais de saúde –, avaliações de estado de humor e personalidade vis-à-vis a dor; a percepção da dor, as crenças sobre a dor e os mecanismos de enfrentamento da dor, e por fim o monitoramento de medicação para a dor e seus efeitos adversos.
Integrando o manejo da dor na prática clínica – Parte 1
Boa parte, se não a maioria, dos que marcam consulta médica o fazem porque sentem dor. No entanto, nem o que é dor, nem como aliviá-la, é ensinado nas faculdades de medicina, no Brasil. Um paradoxo e tanto, não é mesmo? Este artigo (dividido em 3 partes) detalha pari passu as numerosas contribuições que o gerenciamento da dor poderia dar ao bem-estar dos pacientes, na linha de frente clínica. A profissão dos autores, porém, é um outro paradoxo: eles são psicólogos e não médicos.
Especialistas debatem se a acupuntura pode aliviar a dor crônica
Recentemente, o sistema de saúde britânico que é público e financia o desenvolvimento de determinadas terapias alternativas, resolveu cortar o apoio financeiro dado à homeopatia. Uma situação parecida ocorreu o ano passado com a acupuntura. Veja o debate que houve em torno disso nesse artigo.
Terapia comportamental para enxaqueca crônica
As intervenções cognitivas e comportamentais podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes, aprimorando suas estratégias de enfrentamento dos estressores psicossociais e incentivando a adesão ao tratamento. As terapias comportamentais podem ser agrupadas em 3 categorias, incluindo relaxamento, biofeedback e terapia cognitivo-comportamental. As três são comentadas nesse artigo.
Minha dor, meu cérebro
Ah, se pudéssemos verificar o cérebro como se fosse um texto, ou reprogramá-lo como um computador para eliminar falhas como dor crônica, depressão e dificuldades de aprendizagem! Melanie Thernstrom, paciente crônica e participante de um projeto revolucionário da Stanford University, conta como já chegou perto, muito perto, disso.
A associação entre dor crônica e obesidade – Parte 3
Nos EUA a obesidade já é uma epidemia. O Brasil, pelo que se sabe, vai pelo mesmo caminho – 40% da população está acima do peso (dados do IBGE de 10 anos atrás). Obesidade e dor crônica ocorrem juntas com frequência e se influenciam negativamente. Contudo, a sua relação não é direta, mas é mediada por vários fatores. Tais fatores incluem mudanças biomecânicas/estruturais associadas à obesidade, mediadores inflamatórios, distúrbios do humor, problemas de sono e estilo de vida. Este artigo, que eu dividi em três partes devido a sua extensão, examina tudo isso no intuito de, no final das contas, destacar a perda de peso como fator de saúde pública. Leia aqui a PARTE 3.
A associação entre dor crônica e obesidade – Parte 2
Nos EUA a obesidade já é uma epidemia. O Brasil, pelo que se sabe, vai pelo mesmo caminho – 40% da população está acima do peso (dados do IBGE de 10 anos atrás). Obesidade e dor crônica ocorrem juntas com frequência e se influenciam negativamente. Contudo, a sua relação não é direta, mas é mediada por vários fatores. Tais fatores incluem mudanças biomecânicas/estruturais associadas à obesidade, mediadores inflamatórios, distúrbios do humor, problemas de sono e estilo de vida. Este artigo, que eu dividi em três partes devido a sua extensão, examina tudo isso no intuito de, no final das contas, destacar a perda de peso como fator de saúde pública. Leia aqui a PARTE 2.
A associação entre dor crônica e obesidade – Parte 1
Nos EUA a obesidade já é uma epidemia. O Brasil, pelo que se sabe, vai pelo mesmo caminho – 40% da população está acima do peso (dados do IBGE de 10 anos atrás). Obesidade e dor crônica ocorrem juntas com frequência e se influenciam negativamente. Contudo, a sua relação não é direta, mas é mediada por vários fatores. Tais fatores incluem mudanças biomecânicas/estruturais associadas à obesidade, mediadores inflamatórios, distúrbios do humor, problemas de sono e estilo de vida. Este artigo, que eu dividi em três partes devido a sua extensão, examina tudo isso no intuito de, no final das contas, destacar a perda de peso como fator de saúde pública. Leia aqui a PARTE 1.
Avaliação das habilidades efetivas de comunicação médico-paciente: “Você está me ouvindo, doutor?”
A julgar pelas publicações, artigos, posts e chats, no Brasil a comunicação-médico paciente é excelente. À diferença de outros países com sistemas de saúde menos desenvolvidos, como Suécia, Reino Unido, Australia, Estados Unidos e Canada, esse tema por aqui não existe. Ninguém o comenta, zero evidências... não é assunto, portanto. Mesmo assim, os poucos médicos que porventura se sentirem algo inseguros nessa frente podem se informar aqui sobre o que a Mayo Clinic College of Medicine and Science – o melhor hospital dos EUA –, que reconhece o problema, anda fazendo para resolvê-lo. (O tema é o do meu ebook “A Consulta Centrada no Paciente”).