Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas

16 dicas para lidar com um surto de fibromialgia

Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas

As coisas estão indo muito bem, considerando que você tem fibromialgia. Então, do nada, de repente acontece – o temido surto de dor. E você se pergunta, o que pode ter causado isso? Exagerou no exercício, ou a insônia está cobrando seu preço? Ou foi algo que você bebeu ou comeu? O seu filho tornou a decepcioná-lo(a)? Ou, enfim, aconteceu sem motivo algum. Quando ocorre um surto, geralmente tudo o que você sabe é que o botão da dor aumentou para dez: de repente, a fibromialgia está governando seu mundo. Esse post dá ideias sobre como evitar isso.

“Ninguém pensa em ter um plano, até o momento em que é derrubado”.

Joe Lewis

Um surto de fibromialgia é um aumento temporário no número e/ou intensidade dos sintomas. O agravamento da dor, que ataca intensamente ossos e músculos, e da fadiga, são os dois primeiros sintomas observados. Sono insatisfatório, aumento da disfunção cognitiva e distúrbios digestivos também costumam ocorrer.

Os surtos de dor podem acontecer sem aviso e são mais prováveis se o paciente estiver estressado ou sob muita pressão.

Seja qual for a causa subjacente de um surto desses, convém estar preparado(a). As técnicas de enfrentamento a seguir não fazem a dor desaparecer, mas facilitam o seu controle.

Veja a seguir a lista completa das dicas:

  • Evite Provocar o Surto
  • Monte a sua Defesa
  • Preparo Mental
  • Preparo da Entidade Mente-Corpo
  • Busca de Apoio de Outros

EVITE PROVOCAR O SURTO DE FIBROMIALGIA

Antecipe-se

A segunda melhor recomendação para quando ocorre um surto de fibromialgia, é estar preparado para enfrentá-lo sem sofrer demais. A primeira é evitar que ele aconteça. A maioria dos portadores de fibromialgia, porém, adotam uma postura fatalista com relação aos seus surtos, sem se aperceber que agir para manter a dor sob controle no dia-a-dia reduz as chances de um surto acontecer de repente. Eliminar totalmente essa possibilidade é impossível, mas vale a pena se aproximar disso. Agir para manter os sintomas da fibromialgia sob controle envolve, porém, um elenco de medidas diferente do necessário para lidar com um surto.

Não exagere nos dias bons

Um surto provavelmente é uma mensagem de que você tem exigido demais do seu corpo. Muitas pessoas com fibromialgia tendem a exagerar na atividade quando estão se sentindo bem. Aprender a controlar o seu próprio ritmo pode ajudar a sair do ciclo vicioso de “fazer muito enquanto você está OK” e, pagar por isso dias depois, via surto.

Isso vale também para quando o surto se esvair. Não tente “recuperar” o tempo já perdido na crise assim que se sentir sem dor e sem fadiga. Testar limites pode desencadear uma nova emergência. Não force. Mesmo se você estiver se sentindo bem e com muita energia, seus músculos ainda estão suscetíveis a dores. A sua mente, também. Portanto, não encare uma longa lista de tarefas pendentes. Em vez disso, estabeleça uma única meta viável relativa a algo que você não conseguiu fazer quando estava em crise.

MONTE A SUA DEFESA PARA ENFRENTAR O SURTO DE FIBROMIALGIA

Estude o seu surto

Um surto de fibromialgia é um aumento temporário na intensidade ou no número de sintomas associados à fibromialgia. Eis a definição genérica. Mas cada caso é um caso, o ataque e a capacidade de resposta variam de um para outro. Se você for diagnosticado(a) com fibromialgia, ou suspeitar ser portador dessa doença, e já passou pela experiência do surto, convém responder “personalizadamente” as 3 perguntas seguintes:

Quais sintomas advertem que o surto está a caminho ou já chegando?

Normalmente, o aumento da dor e o agravamento da fadiga caracterizam um surto de fibromialgia. Sintomas adicionais: sono insatisfatório, dificuldade para pensar (disfunção cognitiva), dificuldade digestiva (como refluxo ácido), extremidades inchadas e dormência e formigamento.

Quais são os pontos-gatilho mais relevantes?

Os gatilhos da fibromialgia variam de pessoa para pessoa. Manter um registro de atividades, refeições, horários e duração do sono e sintomas de fibromialgia pode ajudar a identificar os seus gatilhos e, em seguida, tentar reduzir a exposição a eles. Infelizmente, os surtos de fibromialgia muitas vezes são repentinos, surgem do nada e sua prevenção, portanto, é incerta.

Pontos-gatilho potenciais são:

  • Alteração hormonal: A dor musculoesquelética é sensível a alterações hormonais no corpo. Isso em parte explica que as mulheres sejam mais propensas a surtos de fibromialgia do que os homens.
  • Cirurgia: uma operação de certa complexidade estressa músculos, estruturas ósseas circundantes e estado mental.
  • Mudança climática: de temperatura ou pressão atmosférica.
  • Mudança de temperatura ambiente: frio ou calor excessivo, se repentino.
  • Aumento do estresse físico: rotina de exercícios irregulares ou não supervisionada pode degradar sua condição muscular e óssea. Essa atividade desempenha um papel igual no desencadeamento de um surto de fibromialgia.
  • Estresse mental repentino: se o seu sistema nervoso central está sobrecarregado sob um estresse imenso, esteja pronto(a) para experimentar um surto de sua condição de fibromialgia.
  • Sono Diminuído: A falta de sono é resultado de estresse mental constante e pode ser um aspecto desencadeador do surto de fibromialgia.
  • Viagem: Você pode enfrentar certas restrições durante as viagens em termos de dieta, exercícios, medicamentos, postura etc., que podem fazer com que você tenha um surto de fibromialgia.
  • Acidente/Lesão: A dor ou lesão acidental pode resultar em um surto de fibromialgia.
  • Infecção: Se qualquer corte, cirurgia ou arranhão anterior ou recente se transformar em infecção, pode agravar a fibromialgia em um estágio de crise.
  • Troca de tratamento, especialmente na fase inicial.
  • Mudanças na rotina de um tratamento estabelecido (ex.: horários e volumes de exercício, medicação, alimentação, repouso…).
  • Nutrição. Acredita-se que certos alimentos (ex.: produtos industrializados) e deficiência vitamínicas (ex.: ferro) estão associados a surtos de fibromialgia.
Quanto tempo o surto costuma demorar?

Esses ataques de fibromialgia podem durar de alguns dias a várias semanas ou até meses, se você não souber como lidar com eles.

Surfe o surto

Por natureza, queremos seguir em frente e lutar, especialmente quando estamos trabalhando.

Um surto de fibromialgia, no entanto, é a maneira de seu corpo dizer que não está conseguindo lidar com a situação. Se você tentar continuar vivendo “normalmente”, a crise piorará e pode durar meses. Pior ainda, os surtos ocorrerão com mais frequência e seu corpo chegará a um ponto em que estará em uma erupção constante. Eventualmente, isso levará ao colapso. Pare e descanse. Dê ao seu corpo o tempo de que precisa para se recuperar.

A única maneira de surfar o surto é não fazer nada, exceto ler, comer e dormir, junto com caminhadas curtas e suaves – pelo tempo que for necessário. Esta é uma batalha que você não pode vencer.

Uma metáfora para refletir:

Se você ficar preso na areia movediça, seu impulso imediato será lutar e lutar para sair. Mas não é isso que você deve fazer na areia movediça, porque conforme você coloca o peso sobre os pés, eles afundam mais. Quanto mais você luta, mais fundo você afunda e mais luta. Esta é uma situação sem saída. A areia movediça oferece apenas uma opção de sobrevivência: posicione-se horizontalmente com o peso do corpo espalhado por uma grande área de superfície. Embora deitar e ficar com a areia movediça vá contra os instintos humanos, é exatamente o que é necessário para a sobrevivência.


Anote suas opções de enfrentamento

Do jeito que preferir, planeje a maneira de você remontar o surto.

Ao menos as questões seguintes devem ser programadas:

  • Medicação prevista para um mês está estocada?
  • Superiores no trabalho autorizaram eventual ausência? Alguém pode dar continuidade ao serviço, nesse caso?
  • Local reservado onde descansar em paz? Em quais horários? Com que assistência?
  • Cuidados básicos que requerem movimentação prejudicada pelo surto estão garantidos com a ajuda de terceiros?
  • Serviços de saúde (ex.: médicos, fisioterapia, ambulatório, acupuntura, massagem etc.) estão garantidos?
  • Sabe-se o que fazer diante de sintomas secundários ou comorbidades associadas à doença, como depressão, ansiedade, cefaleia tensional, fadiga, perda de sono e síndrome do intestino irritável?

PREPARO MENTAL PARA ENFRENTAR O SURTO DE FIBROMIALGIA

Fale com o seu cérebro

Uma dor crônica, como é a dor da fibromialgia, é uma dor aprendida. Uma assinatura neural esculpida no cérebro por experiências anteriores, dicas contextuais e mensagens sensoriais. E pela repetição dessas informações, até gerar crenças desadaptativas como: “Eu nunca vou melhorar”, ou “A dor só alivia com remédios tarja preta”, ou “O que eu posso fazer? Eu não sou médico(a)”.

“Falar com o cérebro” significa apresentar a ele informações contraditórias, capazes de desmantelar crenças e pensamentos desadaptativos, também repetidamente. Isso pode ser feito via fala, pura e simples, ou através de exercícios (ex.: ioga) ou técnicas (ex.: mindfulness), do tipo mente-corpo. Os inputs, desde que saudáveis, positivos e repetidos, podem criar uma memória oposta àquela que fomenta a dor. Em suma, é possível reduzir os surtos de dor mudando a maneira como você pensa.

Pratique autossugestão positiva

Quando você é atormentado por dor, névoa cerebral, depressão, e exaustão, é perigosamente fácil jogar a toalha. Eis a razão pela qual os atletas competitivos se autoenergizam – psyching, em inglês – seja criando mentalmente imagens de vitória, ou proferindo gritos de guerra junto com o time. A derrota é uma possibilidade, claro, mas pensar nela é contraproducente, do ponto de vista emocional. Uma alternativa mais racional para não se deixar abater pelo surto é lembrar coisas concretas como que a fibromialgia não mata, os surtos são temporários, e que se você já superou outros embates na vida, certamente irá superar este.

Evite conversas internas negativas

O que dizemos a nós mesmos dentro de nossas cabeças pode afetar nossa percepção da dor. Um processo chamado ruminação – uma atividade que envolve pensamentos negativos repetitivos que não podem ser controlados – amplifica o estresse e muitas vezes resulta em métodos de enfrentamento negativos, depressão e aumento da ansiedade. Todos esses fatores contribuem para o agravamento dos sintomas da fibromialgia.

Evite Insista
Negativo Positivo
Não posso fazer nada por causa dos meus sintomas. Eu posso fazer muitas coisas. Eu só preciso me controlar e fazer pausas.
Não tenho controle sobre minha felicidade. A dor me controla. Eu posso controlar minha felicidade. Posso ser feliz e aproveitar a vida apesar da dor.
As pessoas no trabalho estão chateadas comigo. Eles não acham que estou fazendo minha parte. Farei o melhor trabalho que puder e me sentirei bem com minhas realizações.

PREPARE A ENTIDADE MENTE-CORPO

Construa distrações

A preocupação excessiva com o próximo surto de fibromialgia aumenta os níveis de estresse, o que piora o seu estado – dor, inclusive. Identifique atividades que o distraem de seus sintomas. Exemplos incluem hobbies, leitura leve, passeios com amigos…

Pratique relaxamento

Reserve um tempo para relaxar em sua programação diária. Adicione mais tempo de relaxamento nos dias em que os sintomas da fibromialgia pioram.

As técnicas de relaxamento incluem:

  • Exercícios de respiração profunda. Respire lenta e profundamente pelo nariz, contando até seis. Prenda o ar nos pulmões contando até um e depois expire lentamente pela boca contando até seis.
  • Relaxamento muscular progressivo. Contraia e relaxe as partes do corpo, uma de cada vez, começando pela cabeça ou pelos pés.
  • Meditação/mindfulness. Focar no momento presente, com calma e sem ansiedade, pode ajudar a aquietar a mente e relaxar os músculos.
  • Visualização. Faça uma viagem imaginária a um belo lugar. Use todos os seus sentidos para experimentar o local da forma mais completa possível. Sinta o calor do sol. Ouça os pássaros.

Oração, massagem ou ouvir a natureza ou outros sons suaves, também são opções.

Por fim, há evidências de que a ioga e o tai-chi ajudam a amenizar os sintomas da fibromialgia, a dor inclusive.

Tome um banho bem quente

Relaxar em água superaquecida pode aliviar temporariamente a dor. O calor, especialmente o calor úmido, pode aliviar a dor e a rigidez da fibromialgia, aumentando o fluxo sanguíneo para os locais onde você sente estar machucado.

Aprenda a dosar a sua energia

Às vezes, ajuda pensar na quantidade de energia que você tem como centavos em um cofrinho. Você precisa priorizar as tarefas para que seus centavos não acabem antes do fim do dia. Controle o seu ritmo e faça pausas frequentes para descansar. Essa mentalidade é crucial nos dias em que os sintomas aumentam.

Veja a sua agenda. Separe o que é necessário do que não é. Nos próximos dias, concentre sua energia no que é necessário. Priorizar suas tarefas pode ajudar a reduzir seus níveis de estresse. Pessoas que estão excessivamente estressadas costumam ter músculos tensos, o que tende a amplificar a dor da fibromialgia.

Cuidado com alimentos e bebidas

Alimentos saborosos ajudam o seu lado emocional, mas exacerbam seus sintomas. Suprima os que habitualmente causam algum desconforto. Um surto não é a ocasião para consumi-los.

Certifique-se de evitar álcool, refrigerantes, bebidas com cafeína, energéticos e bebidas adoçadas artificialmente: eles não hidratarão seu corpo adequadamente e podem aumentar a intensidade de um surto.

Beba água, muita água. Beber de oito a dez copos por dia manterá seu corpo bem hidratado e ajudará seus rins e fígado a livrar o corpo de toxinas. A hidratação adequada também alivia a fadiga e auxilia o corpo no processamento adequado dos medicamentos. 

PROCURE APOIO PARA A HORA DO SURTO DE FIBROMIALGIA

Prepare Instruções

Previna pessoas próximas em condições de ajudar no que for necessário em caso de surto. Esclareça o que espera delas e a importância da ajuda. Prepare uma lista de instruções, se for o caso (ex.: agenda telefônica, chaves do carro, operação da TV, pagamento de delivery, prescrições médicas etc.).

Fale com outros

Lidar com uma doença crônica pode isolar, levando à depressão, ansiedade e outros problemas. Apenas falar sobre como você está se sentindo com pessoas que entendem e se importam pode ajudar a diminuir a intensidade de uma crise de fibromialgia. Mesmo que não haja nada que um amigo possa fazer por você além de ouvir, isso irá diminuir a sua apreensão, e significa que alguém vai ficar de olho em como as coisas estão indo.

Fale sobre isso, mas não com qualquer um

Dificilmente quem não é portador de fibromialgia, irá entender o que significa um surto dessa doença. A ausência de ferida ou lesão aparente pode levar o leigo a concluir que você está exagerando. Pode ser, também, que a pessoa abordada seja menos amiga ou prestativa do que você pensava, e que evite ajudar, ou se disponha a fazê-lo sob protesto. Além de ficar desamparado(a), você pode acabar diante de um aspecto de sua realidade que preferiria não ter conhecido. No preâmbulo de um surto de dor isso funciona como uma antiterapia emocional, diminuindo ainda mais suas defesas anímicas (e físicas) para enfrentá-lo. Portanto, veja bem com quem fala.

CONTROVERSO

Tomar medicamentos para dormir regularmente costuma ter efeitos colaterais indesejados, mas ter algo à mão para aquelas noites insuportáveis de insônia por conta do surto é crucial porque muitas noites seguidas de insônia tendem a agravá-lo ainda mais.

Algumas das fontes consultadas:
Cadastre-se E receba nosso newsletter

Veja outros posts relacionados…

nenhum

Uma resposta

  1. A pior dor do mundo,nada passa,meus dias e noites são sombrios,não existem médico que me ajuda,só passa tarja Preta, estou cansada
    27 anos sofrendo de fibromialgia

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

SAIBA TUDO SOBRE VACINAS COVID-19
CLIQUE AQUI
Preencha e acesse!
Coloque seu nome e e-mail para acessar.
Preencha e acesse!
Você pode baixar as imagens no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
ATENÇÃO!
Toda semana este blog publica dois artigos de cientistas e dois posts inéditos da nossa autoria sobre a dor e seu gerenciamento.
Quer se manter atualizado nesse tema? Não duvide.

Deixe aqui seu e-mail:
Preencha e acesse!
Você pode ver os vídeos no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas
Preencha e acesse!
Você pode ler o ebook no blog gratuitamente preenchendo os dados abaixo:
Dor Crônica - O Blog das Dores Crônicas